BARRA SUL
Casal se beijava em jet ski quando foi atingido por Barco Pirata
Imagens serão enviadas à Marinha do Brasil
Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]
O casal de jet ski que estava parado no canal do rio Camboriú e foi atropelado pelo Barco Pirata na Barra Sul, em Balneário Camboriú, estava namorando e não percebeu a aproximação da embarcação. Imagens de monitoramento do próprio barco mostram que os dois estavam se beijando no meio do canal de navegação do rio Camboriú e não viram a chegada do barcão. O acidente aconteceu às 7h45 da manhã de domingo.
Nas imagens, o casal aparece sentado de frente um para o outro, em cima da moto aquática, que está parada no meio do rio. Os dois estão abraçados e trocando beijos enquanto permanecem sobre o jet ski, sem demonstrar atenção ao movimento das outras embarcações que passam pelo canal de navegação.
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As gravações serão enviadas para a Marinha do Brasil, que já abriu apuração por meio da Capitania dos Portos de Itajaí, para investigar o caso. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
Vídeos gravados por pessoas que estavam no molhe mostram o momento da batida entre o barco pirata e o jet ski. Testemunhas contaram que a mulher conseguiu pular antes do impacto.
O homem chegou a ficar submerso por alguns instantes, mas reapareceu logo depois, para alívio de quem acompanhava a cena.
Populares também relataram que a tripulação do barco pirata não percebeu o acidente na hora. O jet ski ficou bastante danificado.
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina informou que não foi acionado para atender o incidente. Os socorristas souberam do caso apenas pelas redes sociais.
Em nota enviada ao DIARINHO, o Grupo Barco Pirata informou que só soube da colisão após a circulação do vídeo nas redes sociais e afirmou que, até agora, não foi procurado pelo piloto da moto aquática. “A empresa informa que até o momento não foi procurada pelo piloto do jet ski, razão pela qual ainda não possui informações precisas sobre as circunstâncias do ocorrido”, disse a nota.
Segundo o grupo, o jet ski não foi identificado pelo piloto no campo de visão da embarcação durante a navegação. A empresa também destacou que manobras de desvio com barcos desse porte não são imediatas e exigem mais tempo e espaço para mudança de direção.
A empresa afirmou ainda que a embarcação se deslocava dentro do canal de navegação do rio Camboriú, a rota adequada e segura para esse tipo de barco naquele trecho. De acordo com o grupo, trata-se de uma área de passagem, inadequada para que embarcações menores ou motos aquáticas permaneçam paradas.
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O Grupo Barco Pirata informou também que está notificando a Marinha do Brasil sobre o caso e que vai colaborar com a apuração. “A empresa irá prestar todas as informações necessárias às autoridades competentes”, destacou.
Franciele Marcon
Fran Marcon; formada em Jornalismo pela Univali com MBA em Gestão Editorial. Escreve sobre assuntos de Geral, Polícia, Política e é responsável pelas entrevistas do "Diz aí!"
