Publicado em 04/03/2026
"Meu nome é Gisleine e venho relatar a situação de uma amiga do meu bairro, no Bambuzal, em São Vicente.
Ela está há seis meses buscando atendimento no posto de saúde por causa de fortes dores pélvicas e sangramento intenso. Há cerca de quatro meses, tentaram realizar um exame de Papanicolau. Ela não estava menstruada, mas ao introduzirem o equipamento houve sangramento excessivo e o exame não pôde ser concluído.
Ela sente dores constantes, inclusive durante a relação sexual, além do sangramento frequente. Tudo isso foi relatado nos atendimentos. Mesmo assim, limitaram-se a medicar a dor e solicitar exames.
Diante da gravidade da situação, pagamos de forma particular um ultrassom transvaginal. O exame apontou uma massa de cinco centímetros no colo do útero.
Ela está tomando tramadol, não consegue trabalhar e conseguiu agendar uma ressonância pélvica apenas para o dia 7 de abril. No Hospital Marieta, informaram que, sem o resultado da ressonância, não é possível dar continuidade ao tratamento.
Ela foi encaminhada para a Unacon para avaliação, mas permanece em casa, com dor, aguardando. Estamos há seis meses buscando ajuda. Há três meses, ela realizou um ultrassom no AME que não apontou alterações. Ou o exame falhou, ou essa massa está crescendo rapidamente.
É uma família humilde, sem condições financeiras, que está sendo ajudada pela igreja. Tudo o que conseguimos até agora foi pago de forma particular.
Minha denúncia é sobre o descaso. Até quando precisamos esperar? Estamos falando de uma possível situação grave, que pode ser um tumor, e ela segue aguardando exames e avaliação.
Peço que o DIARINHO possa verificar essa situação e dar voz a quem não tem. Sei que muitas outras pessoas também enfrentam essa realidade e não podemos aceitar isso como normal."
Ass: Gisleine
(Transcrito Ipsis Litteris)
Publicado em 04/03/2026
"Poderiam fazer uma reportagem sobre o lixo que estão jogando em terrenos no bairro Santa Regina, em Camboriú? Conversei com alguns moradores da região e a situação está bem complicada. Já fiz denúncias, mas segundo a prefeitura, nada pode ser feito. É possível ver que o lixo está sendo descartado até na calçada."
Ass: A.A.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 04/03/2026
"Balneário Camboriú é conhecida como a “Dubai brasileira”, cidade de prédios milionários, luxo e visibilidade nacional. Mas a realidade do atendimento público no Hospital Municipal Ruth Cardoso é indignante.
Minha mãe, uma idosa de 78 anos, sofreu uma queda na quinta-feira, às 18h30, e foi levada ao hospital. Foi realizada uma tomografia de crânio ainda naquela noite. No entanto, até sexta-feira, às 15h30, o resultado do exame ainda não havia sido liberado.
O hospital deixou de ser municipal e passou a ser estadual. Houve troca de sistema interno, sem migração adequada das informações antigas e sem treinamento suficiente aos funcionários. Pior: o sistema não está funcionando corretamente.
O laudo e as imagens da tomografia simplesmente não chegam ao médico para análise.
Estamos falando de uma tomografia de crânio em uma idosa de 78 anos após uma queda. Estão esperando o quê?
Minha mãe passou a noite inteira em uma maca extremamente desconfortável — praticamente uma tábua com uma napa fina, sem acolchoamento adequado. Uma idosa de 78 anos aguardando um resultado que depende de um sistema que não funciona. Não recebeu medicação, embora, graças a Deus, não estivesse com dor.
Não se trata de luxo. Trata-se de gestão, responsabilidade e respeito com a população.
Não adianta vender a imagem de cidade modelo se o básico não funciona. Saúde pública precisa ser prioridade real, não apenas discurso.
Que essa situação seja vista, compartilhada e, principalmente, resolvida."
Ass: Fabiana
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 03/03/2026
“Minha mulher está com gripe, dor de cabeça forte e tosse e não é atendida na UBS Jardim Esperança, em Itajaí. Ela chegou às 11h desta segunda, agora são 14h e não foi atendida ainda. Está com menino de colo de seis meses e não tem prioridade. Como moramos perto do posto, a gente foi direto na UBS e não na UPA para tentar uma consulta de encaixe, mas várias pessoas já foram chamadas e ela ainda não foi atendida. Isso é um descaso”
Ass: Cláudio Dias
(Transcrico Ipsis Litteris)
Publicado em 03/03/2026
"Minha cunhada deu entrada no hospital com suspeita de AVC. Foram realizados vários exames, o AVC foi descartado, mas ainda não sabem o que causou o problema de saúde.
As despesas médicas chegaram a R$ 6 mil e estamos promovendo uma rifa, valendo uma Air Fryer 9,5 litros, para arrecadar esse valor.
Ass: @isa_oferreira."
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 03/03/2026
"Venho por meio desta registrar uma reclamação sobre uma situação ocorrida na quinta-feira no estacionamento do mercado Comper, da avenida Sete de Setembro.
Sou pessoa com deficiência (PCD) e possuo credencial válida para utilização de vaga destinada a PCD, a qual estava devidamente exposta no veículo. Ao estacionar em uma vaga sinalizada, fui abordada pelo segurança, que afirmou que eu não poderia utilizá-la por não ser cadeirante.
Expliquei que a vaga destinada a PCD não é exclusiva para cadeirantes, mas sim para pessoas com deficiência que possuam credencial, conforme prevê a legislação brasileira. Ainda assim, fui constrangida e orientada a retirar o veículo do local.
A abordagem foi inadequada e me causou constrangimento, pois em nenhum momento houve irregularidade da minha parte."
Ass: Viviane dos Santos Marquetti
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 28/02/2026
"Quero denunciar que vândalos estão destruindo o deque do Pontal Norte. Hoje pela manhã, durante minha caminhada com a família pelo local, percebi que as câmeras de segurança na entrada sofreram vandalismo.
Ao caminhar mais alguns metros encontrei novos sinais de depredação. Totens de monitoramento também foram danificados.
É um verdadeiro absurdo. Os vândalos tomaram conta do deque e nem se intimidam com as câmeras e os totens de monitoramento. O deque ficou fechado por 11 meses para reforma e, desse jeito, só falta a prefeitura fechá-lo novamente, de forma definitiva, porque os vândalos estão detonando tudo.
É uma falta de respeito com a população que utiliza o espaço como ambiente familiar".
Ass: Chay Pereira
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 27/02/2026
"Faltam vagas no Hospital da Unimed, em Balneário Camboriú. Estou com meu pai internado desde terça-feira, dia 24, quando chegamos de ambulância por volta das 20h. Ele foi atendido rapidamente, mas até agora não há leito disponível. Nesta quarta-feira, dia 25, ele ainda segue em leito provisório.
Segundo informações do hospital, há 15 pacientes na frente dele aguardando vaga. Meu pai tem 80 anos e câncer de pulmão. Está em estado grave e depende de oxigênio. O leito provisório consiste em quartos improvisados, alguns com cama e outros apenas com maca. Não há porta, o ambiente fica na área de emergência e é muito barulhento, o que impede o descanso adequado. Além disso, é muito frio e não há como controlar a temperatura.
Pagamos caro por um plano de saúde e, quando precisamos, não há quarto disponível. É muito difícil ver um idoso, no fim da vida, esperando por um leito. Há várias pessoas reclamando, mas o discurso é sempre o mesmo: não há vaga. A situação é insustentável".
Ass: Mari Angela
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 27/02/2026
"Gostaria de relatar uma situação grave de descaso e falta de condições adequadas no Hospital Marieta, que precisa de atenção urgente. Minha mãe chegou ao hospital na segunda-feira, dia 23, por volta das 19h. Foi atendida pela médica apenas por volta das 23h e aguardou internação sem leito disponível. Somente na madrugada de terça para quarta-feira conseguiu um quarto.
Durante esse período, permaneceu na enfermaria em condições precárias, sem alimentação adequada — apenas chá com bolachas foi oferecido. Ela ficou sem poder tomar banho e sem estrutura mínima de higiene. Nem acompanhante podia permanecer, pois não havia sequer cadeira para quem estava doente.
O ambiente era extremamente insalubre, com sangue no chão e lixo acumulado, sem local apropriado para que os pacientes realizassem suas necessidades ou cuidados básicos. Havia completa desorganização no atendimento: enfermeiros perguntavam aos próprios pacientes se já haviam recebido medicação e coletas de urina eram feitas sem identificação correta das amostras, o que pode causar erros graves e repetição de procedimentos.
Mesmo após conseguir um quarto, os banheiros estavam sujos e não havia papel higiênico. Trata-se de uma situação de risco à saúde e ao bem-estar dos pacientes."
Ass: Jéverson Mendes
Publicado em 26/02/2026
"Uma construção da rua Laguna, nº 189, está sem rede de proteção e vem causando transtornos aos moradores vizinhos. Pedras, restos de tijolos e cimento já foram encontrados sobre os vidros dos carros".
Ass: Gabriel
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 25/02/2026
"A sala de descanso dos funcionários do Hospital Marieta, antigamente, tinha as janelas liberadas e os aparelhos de ar-condicionado ficavam ligados. Assim, não havia necessidade de abrir as janelas, exceto quando havia cheiro muito forte de fossa, pois dentro da sala existem duas fossas.
Ontem, todos os aparelhos de ar-condicionado estavam desligados, não havia controle disponível e as janelas estavam trancadas com parafusos. Foi solicitado ao pessoal da manutenção que ligasse os aparelhos, mas ninguém apareceu para resolver a situação".
Ass: @thyymell
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 21/02/2026
"Nesta segunda-feira, o ferry está restringindo a entrada de pagantes com cartão de débito a apenas um dos lados da balsa. Como consequência, as balsas estão saindo com meia lotação, o que aumenta, de forma artificial, a fila do lado de Itajaí".
Ass: @eduschlup
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 21/02/2026
"Quando a imprensa será mais incisiva e cobrará ações concretas das autoridades, entidades públicas e lideranças do setor privado a respeito das tragédias diárias na BR 101?
Caminhoneiros potencialmente irresponsáveis trafegam impunemente, diante da quase total omissão da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da concessionária da rodovia, dos prefeitos e legisladores, das empresas transportadoras, dos clubes de serviço e, de certa forma, de toda a sociedade.
Até quando vamos assistir a esse cenário? Chega de mortes nas rodovias brasileiras".
Ass: A.A.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 14/02/2026
"[...] Quem ganhou com a troca dos pontos de ônibus? Os antigos, que eram resistentes, foram substituídos por esse modelo frágil. É possível ver vários deles tortos pela cidade. Achei um absurdo.
Este está na Praia Brava, mas em toda a cidade há o mesmo modelo. Se compararmos com os antigos, que permaneciam firmes, a diferença é evidente e lamentável. Os modelos anteriores precisariam apenas de pintura e manutenção".
Ass: A.A.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 14/02/2026
"Durante o mês de fevereiro, a Perfumaria Laviér destinará 10% das vendas dos produtos Mahogany para ajudar a custear as despesas dos paratletas da canoagem de Itajaí, que representarão nossa cidade na Copa Brasil, no período de 26/2 a 1º/3, em Curitiba (PR).
Esses atletas treinam o ano inteiro em busca de bons resultados no Brasil, sonhando em alcançar campeonatos mundiais. Por trás de cada prova, existem desafios diários, privações, disciplina e a coragem de enfrentar limites — não apenas no esporte, mas na vida.
Enquanto trabalhamos todos os dias em um ambiente leve, agradável e climatizado, eles enfrentam condições duras, físicas e emocionais, superando suas deficiências e se reinventando a cada treino. Isso nos gera profunda admiração.
O que podemos fazer, como equipe Laviér, pode parecer pouco diante de tantos desafios, mas acreditamos que toda ajuda importa. Esta campanha, que acontece sempre no mês de fevereiro, também tem um propósito maior: conscientizar que cada um de nós pode ser um ombro amigo, seja com uma palavra, um incentivo ou um gesto de apoio.
Ao comprar produtos Mahogany na Laviér, você faz parte dessa história de superação, união e sucesso. Juntos, podemos remar na mesma direção".
Ass: Perfumaria Laviér
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 13/02/2026
"Há mais de 54 anos eu já havia alertado sobre esse problema. Ali, dezenas de vidas se foram. Você não imagina como tudo era precário. Agora é quase meio tarde. Deixaram ocupar todo o entorno. Mas, pelo menos, estão acordando! Fizeram o viaduto ao contrário, em vez de construir um trevo de Cordeiros com alças.
Ass: A.A.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 10/02/2026
"Pessoal, encontrei um cartão no estacionamento da Havan da Fazenda. Ele estava caído no chão do pátio. O último sobrenome do proprietário é “dos Santos”. Se você perdeu ou conhece alguém com esse sobrenome que esteve no local, entre em contato para combinarmos a entrega. Estou aqui com meu filho tentando identificar o nome completo. Segundo ele, aparenta ser William dos Santos."
Gabriela R. Machado (@gabi.r.m.mp), (47) 98814-1024.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 10/02/2026
"Ao lado da minha casa há uma obra de grande porte, onde funcionava o Nei no Pioneiros. Diariamente, os trabalhos são iniciados antes das 8h da manhã. Recebi este contato para encaminhar denúncias relacionadas ao barulho de obras. Gostaria de registrar a reclamação e também obter informações sobre os horários e níveis de ruído permitidos. O barulho é ensurdecedor durante todo o dia. A obra está localizada na rua Miguel Mate, nº 585."
A.A.
(Transcrito ipsis litteris)
Publicado em 10/02/2026
“O agente secreto” (2025) é um bom filme, mas não para ganhar o Oscar de melhor filme estrangeiro na cerimônia marcada para o dia 15 de março, às 20h, no Teatro Dolby, em Hollywood, Los Angeles, EUA. Ambientado na década de 70, o filme conta a história de Armando (Wagner Moura) que retorna a Recife, sua cidade natal, para se juntar a um grupo de pessoas que está se escondendo dos tempos difíceis que vivia o país, sobretudo, a ditadura militar.
Dirigida por Kleber Mendonça Filho, a película, na minha opinião, tem alguns problemas. O filme demora para engrenar, é arrastado demais, consome uma hora para explicar o contexto em que se dará “O agente secreto”. Mesmo assim, não fica claro de quem Armando, codinome Marcelo, está se escondendo. É da ditadura? Depois, descobre-se uma outra situação. Com apoio de vários países europeus, entre eles Alemanha, Holanda, Bélgica, França, além do Brasil, parece que o diretor tinha muitos recursos para filmar e acabou incluindo muitos momentos que acrescentaram pouco à história do agente secreto.
Tanto que passada a primeira hora, alguns casais que estavam na sala em que assisti ao filme em Balneário Camboriú deixaram a sessão e não voltaram mais. A primeira hora poderia ser reduzida em 30 minutos tranquilamente, aí de 2h40, o filme passaria a ter 2h10, um tempo bem mais razoável. Mas, o filme tem coisas boas. A direção de arte caprichou e o ano 1977 é muito bem ambientado. Aliás, esse ambiente me tocou bastante, pois tinha 13 anos na época e vivi os “orelhões”, os “aparelhos de som 3 em 1” etc.
Nesse sentido, os carros são um show à parte. Opalas, Fuscas reconstroem a Recife dos anos 70. Fiquei muito feliz ao ver o fusca amarelo do Armando, pois tive um laranja quando morei em Florianópolis nos anos 90. Eram carros guerreiros que estão nas ruas até hoje, geralmente, na mão de colecionadores. O filme também resgata a forma de se comunicar daquela época. O telefone fixo, o telégrafo, os Correios, os bilhetes, enfim, um momento em que não havia whatsapp e a internet.
De positivo, pode-se destacar ainda a atuação de Wagner de Moura, que, além de Armando refugiado, vive o Marcelo mais novo, pesquisador da Universidade Federal e Fernando, seu filho na fase adulta, trabalhando como médico num hospital da capital pernambucana. Por fim, “O agente secreto” merece ser visto pelo público brasileiro, traz a nossa gente, a nossa cultura, mas faltou uma cena final que seria bombástica. Não vou revelar para não dar “spoiler”. Assista ao filme e depois me conte.
Carlos Golembiewski
Professor na Univali no Curso de Jornalismo e no Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas
Publicado em 04/02/2026
"Em 2025, o valor da minha taxa era de R$ 153,25. Já na fatura de 2026, o valor passou para R$ 800, conforme os anexos enviados, representando um aumento absurdo. Toda a cidade está reclamando dessa situação.
Meu volume de lixo continua sendo o mesmo, não houve qualquer mudança que justifique esse reajuste. Considero esse aumento injustificável e preocupante. Como morador da cidade, irei formalizar uma denúncia junto ao Ministério Público para que sejam investigados e revistos os cálculos utilizados".
Ass: William Gomes
(Transcrito ipsis litteris)
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Registro das mortes ocorridas no dia 2 de março na região:ANTONIO MANOEL GONZAGA DIETTRICH EGON MICHELS ...
Registro das mortes ocorridas nos dias 28 de fevereiro e 1º de março na região: JOSE VALDEVINO DO AMARANTES ...
Registro das mortes ocorridas no dia 27 de fevereiro na região:- ERMELINDA ADRIANO GARCIA - FRANCISCA ...
Registro das mortes ocorridas no dia 26 de fevereiro na região:- INGRID TEICHANN SCHMOEGEL - JOAO ARNS ...
Correto é 15 de dezembro Na capa e na contracapa da edição 13.193, desta segunda-feira, 15 de dezembro ...
Na matéria “Univali oferece doutorado com dupla titulação em universidade portuguesa”, veiculada na ...
Retifica-se o Edital nº 02/2025, publicado na edição de 16/10/2025 do Jornal DIARINHO, onde se lê: “ ...
A matéria “Itajaí terá feirão de empregos no Centreventos”, publicada na edição desta quarta-feira do ...
A matéria da campanha “Mais chance pra você”, veiculada na capa da editoria Bons Negócios, na edição ...