Por Clique diário - alfabile@gmail.com
✨ Alfa Bile — fotógrafo, poeta e escritor. Autor do livro Lume, suas obras Fine Art já decoram hotéis como Hilton e Mercure. Publicado pela National Geographic e DJI Global, expressa nas imagens e palavras um olhar poético sobre a natureza e a vida 📸 @alfabile | 🛒 @alfabilegaleria
11/05/2026
Do alto, a Praia Brava parece infinita. O mar desenha caminhos de luz e silêncio, enquanto o drone revela aquilo que os olhos em terra quase nunca alcançam
10/05/2026
Num dia qualquer, o mar segue escrevendo poesia nas pedras. A Brava respira selvagem, e os Amores continuam fazendo jus ao nome
08/05/2026
No silêncio da Barra, a cidade revela outro rosto. Arranha-céus encontram mangues e barcos, como se Balneário Camboriú respirasse fundo antes de voltar à pressa de todos os dias
07/05/2026
Entre montanhas, concreto e mar, a cidade cresce como quem sonha alto.Vista de longe, parece pintura viva, onde o horizonte abraça cada prédio dourado
06/05/2026
Antes da cidade despertar por inteiro, o sol atravessa as folhas em silêncio. Cabeçudas amanhece dourando as pedras, como quem acende o mundo devagar
04/05/2026
Entre o real e o reflexo, o dia se duplica, como se o tempo hesitasse em começar.
Um nasce no céu, o outro no olhar — e, por um instante, o mundo parece dobrar
03/05/2026
Do alto, o Canto do Morcego revela seu segredo, um abraço entre pedra, mata e mar. Pequeno no mapa, imenso na sensação — um lugar onde o tempo desacelera
30/04/2026
A praia da Solidão guarda o que poucos alcançam, um paraíso escondido entre verde e mar. O caminho exige, mas recompensa em paz — porque nem todo lugar foi feito pra pressa
29/04/2026
Do alto de Cabeçudas, o farol observa em silêncio, enquanto gigantes de aço cruzam o horizonte.
Entre natureza e progresso, tudo se encontra aqui — onde o mar trabalha, mas nunca deixa de ser poesia
28/04/2026
O dia ainda não nasceu, mas o céu já sente. Cores que não se repetem anunciam o milagre do começo
27/04/2026
A lua não explica — ela observa. Carrega mistérios que não pedem resposta. Entre luz e sombra, permanece inteira. E, ainda assim, nunca se revela por completo
26/04/2026
Símbolo silencioso entre mar e memória, a pedra de Cabeçudas resiste ao tempo. Esculpida pelo vento e pelas marés, é quase um delírio que virou paisagem
24/04/2026
O mar sussurra sem pressa. A praia ainda guarda o silêncio. E o mundo espera para começar
23/04/2026
O farol permanece em silêncio. Diante dele, o céu se acende devagar. O mar respira o primeiro ouro do dia. E o tempo começa de novo
22/04/2026
O sol espalha ouro sobre o que respira distante. Montanhas guardam histórias em tons de sombra. O Morro do Baú observa, imóvel no tempo — enquanto a cidade se dissolve em luz
21/04/2026
O barco segue, costurando o fim da tarde. Leva redes, leva esperança, leva silêncio. Entre o molhe e o horizonte, vai buscar no mar aquilo que sustenta a vida
17/04/2026
A névoa revela enquanto finge esconder. Ruas respiram sob um véu passageiro. Do alto, tudo parece silêncio — mas a vida pulsa em cada esquina invisível
16/04/2026
Da mata nasce o olhar que alcança o impossível. Arranha-céus surgem como sonhos verticais. Entre o verde e o vidro, a cidade respira, lembrando que toda grandeza também nasce da terra
15/04/2026
O rio desenha fronteiras que não separam. Itajaí e Navegantes se encontram no mesmo fluxo. Água que divide no mapa, mas une no viver, seguindo mansa, carregando histórias
14/04/2026
O sol repousa sobre telhados e caminhos. Rios e ruas se encontram na mesma luz. Tudo arde sem pressa, sem ruído, como se a cidade aprendesse a sonhar acordada
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Publicado 11/05/2026 20:12