Publicado 11/05/2026 11:45
A senadora Ivete da Silveira (MDB-SC) foi perguntada sobre como votou na sabatina de Jorge Messias ao STF — que acabou rejeitada — e deu aquela resposta clássica de quem não quer se comprometer: não é obrigada a revelar o voto, o resultado já é conhecido, então pra que falar?
Voto secreto ou conveniência pública?
O argumento é válido na letra. Mas quando convém, Ivete não tem o menor problema em falar alto. Em agosto do ano passado, saiu na frente para anunciar que assinaria o pedido de impeachment do Xandão, digo, Alexandre de Moraes. Naquele momento, o voto secreto não atrapalhou ninguém.
O que o silêncio diz
Silêncio seletivo em política quase sempre fala mais do que resposta. Ivete não disse que votou contra. Não disse que votou a favor. Disse que não precisa dizer. Ou seja…?
Suplente que chegou pelo Jorginho
Vale lembrar: Ivete é viúva do saudoso ex-governador Luiz Henrique da Silveira e assumiu o cargo porque Jorginho Mello (PL) foi eleito governador em 2022. É senadora de Santa Catarina por tabela. Será que por isso prefira não arriscar nem pra um lado, nem pro outro?
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