Publicado 06/03/2018 10:01
Eduardo Assis, do PPS peixeiro, em missiva encaminhada à Coluna e Blog do JC, conta em detalhes, o que a coluna, publicou na edição do DIARINHO, de ontem, sobre problemas de relacionamento na secretaria de Educação de Itajaí, promovidas por uma bagrona da pasta, o que estaria provocando uma baita desarmonia. Caro Colega JC, Gostaria de me manifestar em relação a vossa coluna desta segunda-feira dia 05/03, do qual infelizmente são verídicas as revelações, na qual a Sra. Tatiana Busana, agrediu verbalmente minha noiva, servidora de carreira e cargo comissionado na gestão do prefeito Volnei. Infelizmente a mesma tem uma série de problemas de relacionamento na secretaria de educação, o qual pude comprovar quando estive lá após os fatos, pois diversos servidores efetivos e comissionados me abordaram para relatar a perplexidade com o ato, mas me relatando que não se surpreenderam pela postura da tal comissionada, que diz aos 4 ventos que nada vai lhe acontecer, pois ela tem acesso irrestrito ao prefeito, que ela não precisa respeitar a hierarquia, portanto não respondendo a sua diretora a nem a sua secretaria, porque trata de seus ofícios e demandas diretamente com o prefeito Volnei. A Sra. Tatiana usou palavras de baixíssimo calão e tentou agredir fisicamente a minha noiva citada em vossa coluna, sendo impedida pelos demais colegas de trabalho. O caso era para ser tratado na esfera civil e criminal, mas infelizmente se tornou política quando a mesma diz que nada vai lhe acontecer e que se a secretaria de educação solicitar qualquer punição a mesma será revogada pelo prefeito, o qual passo a me preocupar, visto que já se passou mais de uma semana do fato e nenhuma medida disciplinar foi tomada. É muito triste e constrangedor para um pessoa que é agredida verbalmente no seu ambiente de trabalho e preocupante, triste quando um governo que tem procurado inovar e melhorar a vida das pessoas, arrisca-se a perder a harmonia entre seus colaboradores e aliados para manter a prepotência de uma pessoa. Em um momento que o Brasil e os brasileiros combatem a injustiça e a impunidade, temos uma exemplo claro em nossa pequena pátria, onde uma pessoa comete um ato de indisciplina, e até o crime de desacato contra um servidor e continua plena em sua atividade, ainda arriscando-se a dizer que quem poderá perder o cargo comissionado é a outra parte, a vítima que em nenhum momento politizou ou busco publicitar essa imoralidade, que sempre vaza nos órgão públicos, querendo apenas a verdade e a justiça. Cordiais Saudações, Eduardo Assis - PPS
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