Publicado 19/03/2026 11:15
A mulherada da região da Amfri tá se organizando e promete fazer barulho. Nesta quinta-feira, às 19h, o Espaço Tiradentes, na nossa city pexêra, vai ferver com a fundação oficial do Coletivo de Mulheres da Região da Amfri. O zum-zum-zum é forte e a articulação é histórica. Eitcha!
De tudo quanto é canto
O encontro vai reunir representantes do movimento de mulheres negras, grupos de mulheres na política, frentes progressistas e coletivos culturais. O objetivo? Construir uma articulação regional coesa em torno de pautas de representatividade e direitos.
Todo mundo lá
Já tem uma pá de confirmações da city pexêra (Itajaí), da Dubai catarinense (BC), da capital da pedrada (Camboriú), da capital do ultraleve (Itapema), Navega city, Penha, Piçarras e Barra Velha. O alcance territorial do negócio é gigante.
Insatisfação nas ruas
A iniciativa nasce de um diagnóstico claro: a região vive um momento crítico que demanda união e organização política urgente. As ruas, as minorias e os coletivos engajados tão demonstrando uma insatisfação crescente com a falta de representatividade nos espaços de decisão.
Resposta direta
A fundação do coletivo surge como uma resposta direta a essa lacuna, propondo a construção de agendas programáticas focadas em avanços sociais reais e na defesa intransigente dos direitos humanos.
Estratégia maior
Nos bastidores, a movimentação tem gerado forte curiosidade nos meios políticos. Linguarudos de plantão ligados à organização do evento indicam que a fundação do coletivo é apenas o primeiro passo de uma estratégia muito maior. A expectativa é que, durante o encontro, seja apresentada uma figura central capaz de aglutinar todas essas forças e representar esse sentimento de urgência por renovação. Hummmmm...
De baixo pra cima
Especialistas em análise política apontam que a estratégia adotada pelo movimento dialoga com conceitos sociológicos profundos. Ao invés de impor um nome de cima para baixo, o coletivo constrói uma legitimação que nasce das bases, fortalecendo o capital simbólico e coletivo de quem vier a liderar esse processo.
Não vão ser coadjuvantes
"O que vai acontecer no Espaço Tiradentes não é apenas a criação de mais um grupo. É o início de uma nova e fundamentada forma de se fazer política na prática, priorizando uma agenda programática de realização e conquista. Estamos construindo algo sólido, que vem das ruas e que não aceitará mais ser coadjuvante na política catarinense", afirma uma das organizadoras do evento, que preferiu não se identificar.
Divisor de águas
O evento é aberto ao público e convida toda a sociedade a testemunhar o nascimento de um movimento que tem tudo para ser um divisor de águas na política regional. A promessa é de uma noite histórica, onde o mistério dará lugar a um projeto coletivo de esperança e luta. Vamos acompanhar.
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