Publicado 07/01/2026 13:30
Alterado 07/01/2026 13:18
O setor de fiscalização do gabinete do deputado estadual Mário Motta (PSD) alcançou a marca de R$ 1,72 bilhão em recursos públicos monitorados entre 2023 e 2025, o que representa uma média diária de fiscalização de R$ 2,4 milhões em contratos firmados pelo governo do estado.
Impacto
As ações geraram impactos financeiros estimados em R$ 290,2 milhões aos cofres públicos, por meio de recuperação de valores, suspensão de licitações irregulares e cobrança de investimentos obrigatórios.
Mais de 700 contratos
O relatório acumulado, divulgado na segunda-feira, destaca o incremento de quase R$ 400 milhões no volume fiscalizado em relação a balanços anuais anteriores e um acréscimo de cerca de R$ 58 milhões nos impactos gerados. A iniciativa abrangeu mais de 700 contratos estaduais, com foco em educação, saúde e infraestrutura.
Liderança
Motta manteve a liderança na Leléia em produtividade legislativa. O deputado protocolou 164 pedidos de informação (15% do total da casa) e 305 indicações (8,9% do total), instrumentos usados para questionar o executivo e sugerir melhorias.
Os resultados incluem casos como:
Suspensão de licitação de uniformes escolares, evitando R$ 138 milhões em possíveis irregularidades; denúncias no Morro dos Cavalos (BR 101), com R$ 42,9 milhões não aplicados em estabilização de encostas, agora em apuração por TCU, CGU e MPF; investigação sobre aquisição de notebooks, que resultou na Operação Família Primum e bloqueio de R$ 5 milhões.
Monitoram
Programas como “Educação Nota 10” e “Saúde Nota 10” monitoram centenas de obras, com painéis interativos em power BI pra transparência. O relatório enfatiza a abordagem colaborativa e preventiva, com encaminhamentos protocolados nos órgãos de controle, como MPSC, TCE/SC e CGU.
Legislar e fiscalizar
“O nosso objetivo é justamente atuar em caráter colaborativo, para evitar gastos desnecessários e suspender certames irregulares. Isso significa respeito ao dinheiro público e aos pagadores de impostos. Entendo que nós parlamentares fomos eleitos para legislar, mas principalmente fiscalizar”, frisa o deputado Mário Motta.
Foto (Divulgação)
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