Por Dr. André Vicente D'Aquino - andredaquino@hotmail.com
Dr. André D'Aquino - médico CRM 9970 - RQE 16764 - Prevenção e promoção da saúde e bem-estar Instagram: @dr.andredaquino | Contato: (47) 3508-1000
Publicado 17/03/2026 07:20
Durante muitos anos o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) foi utilizado na prática médica como técnica off label, principalmente em ortopedia, dermatologia, medicina esportiva e medicina regenerativa.
Agora, com avanços científicos, padronização de protocolos e maior entendimento dos seus mecanismos biológicos, o PRP passa a ganhar reconhecimento técnico mais sólido, deixando de ser visto apenas como uso experimental em diversas indicações.
Isso marca um momento importante na evolução da medicina regenerativa.
O que é o PRP na prática?
O PRP é obtido do próprio sangue do paciente. Após centrifugação, concentra-se a fração rica em plaquetas, que contém:
• Fatores de crescimento
• Citocinas regenerativas
• Proteínas bioativas
• Mediadores de cicatrização
Essas substâncias atuam estimulando:
✔ reparo tecidual
✔ angiogênese
✔ modulação inflamatória
✔ regeneração celular
Ou seja: é uma terapia autóloga, biológica e regenerativa.
Por que deixou de ser considerado apenas experimental?
Alguns fatores impulsionaram essa mudança:
• aumento de estudos clínicos controlados
• padronização de técnicas de preparo
• melhor definição das indicações
• reconhecimento em diretrizes internacionais
• crescimento da medicina regenerativa baseada em evidência
Hoje, o PRP já possui uso consolidado em áreas como:
• lesões tendíneas
• osteoartrose inicial
• medicina esportiva
• tricologia
• rejuvenescimento cutâneo
• odontologia regenerativa
O que o paciente precisa entender? Apesar do avanço científico, PRP não é “cura milagrosa”.
Os resultados dependem de:
• indicação correta
• técnica adequada
• experiência médica
• estado inflamatório do paciente
• metabolismo e estilo de vida
Medicina regenerativa funciona melhor quando associada a:
• controle inflamatório
• nutrição adequada
• modulação metabólica
• correção hormonal quando necessário
• terapias integrativas complementares
A medicina não trata apenas doenças — ela tenta restaurar a função
O grande movimento atual da medicina é sair do modelo: tratar dano → aliviar sintoma
para o modelo:
entender causa → modular inflamação → estimular regeneração
A medicina do futuro não será apenas farmacológica.
Será biológica, personalizada e regenerativa.
E isso já começou.
Lembre-se: cuide da sua saúde física e mental. Fique atento e busque equilíbrio!
Não desanime — tenha força, garra e determinação.
Não hesite em procurar um médico de sua confiança, e se ainda assim você seguir com dúvidas ou dificuldades, me chame que te auxilio nessa jornada de saúde!
Dr. André Vicente D’Aquino - Médico CRM/SC 9970, RQE 16764 - Membro da American Society of Regenerative Medicine e da Associação Brasileira de Medicina Integrativa e Biorregulação - Vice-Presidente da SOBOM - Sociedade Brasileira de Ozonio Medicinal.
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Publicado 16/03/2026 20:21