Servidores públicos de Navegantes fizeram protesto na tarde de sábado na praça central da praia. O ato, organizado pelo Sindicato dos Servidores da Foz do Itajaí Açu (Sindifoz), reuniu trabalhadores da educação e da saúde que cobram respostas da prefeitura.
Segundo o presidente do sindicato, Francisco Johannsen, o funcionalismo apresentou ao menos seis reivindicações e segue em estado de greve. A categoria afirma que não recebe retorno do prefeito Liba ...
Segundo o presidente do sindicato, Francisco Johannsen, o funcionalismo apresentou ao menos seis reivindicações e segue em estado de greve. A categoria afirma que não recebe retorno do prefeito Liba Fronza (PSD) desde janeiro de 2025.
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Entre as cobranças estão mudanças no projeto de lei dos contratos temporários (ACTs), revogação de decreto sobre licenças médicas e readaptação, além da revisão de regras para incorporação de benefícios na aposentadoria.
Na pauta salarial, os servidores pedem a implantação do piso para agentes e monitoras da educação e também para técnicos e auxiliares de enfermagem, alegando descumprimento da proporcionalidade com enfermeiros. O grupo também denuncia o descumprimento da lei federal do “Descongela”.
O protesto foi pacífico.
POSICIONAMENTO
Dois dos quatro vereadores que negaram audiência pública para discutir o piso das monitoras se manifestaram após repercussão negativa.
Júlio Bento (PSD) disse que apoia o pagamento do piso, mas criticou a proposta de audiência, que classificou como ação política da oposição. Já Adriana Macarini (PP) afirmou que a proposta não tinha segurança jurídica e que criaria confronto.
A audiência foi proposta pelo vereador Arthur Emílio (MDB) e teve apoio de Gabriel dos Anjos (Podemos) e Jonas de Souza (MDB). Segundo Arthur, foi a primeira vez que a Câmara negou uma audiência pública.
A prefeitura de Navegantes, procurada pela reportagem, não respondeu até o fechamento desta matéria.
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