As famílias em situação de pobreza são consideradas aquelas com renda familiar por pessoa mensal de até R$ 218. O estado do Rio Grande do Sul é vice-líder no ranking, com taxa de 1,74%, seguido do Mato Grosso do Sul, com 1,79%. O Paraná aparece em 7º lugar, com índice de 2,21%. O pior estado é o Maranhão (8,54%).
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O resultado pra Santa Catarina representa uma alta de três posições no indicador, em relação ao estudo em 2024. O critério de “Famílias Abaixo da Linha da Pobreza” compõe o pilar de Sustentabilidade Social do ranking. No mesmo eixo está a desigualdade de renda, com o estado também liderando a lista com a menor taxa.
Segundo o CLP, o ranking busca destacar os estados mais competitivos. Além de reduzir a pobreza, o estudo mostra que Santa Catarina melhorou no acesso à água e ao saneamento, mas teve queda em outros indicadores sociais, como cobertura vacinal, obesidade na infância e trabalho infantil.
No ranking geral, que avalia 10 categorias, entre educação, segurança, inovação e gestão pública, Santa Catarina ficou em 2º lugar, atrás apenas do Distrito Federal (DF). Foram destaques os indicadores de segurança e capital humano, com as melhores taxas do país.
Consolidação
O levantamento do ranking consolida o resultado pra Santa Catarina, que já havia reduzido os índices de pobreza e de pobreza extrema entre 2023 e 2024, segundo dados do IBGE divulgados em dezembro de 2025.
Segundo a pesquisa, o estado tinha, em 2024, 8% da população na pobreza e 1,2% na extrema pobreza, os menores percentuais do Brasil. A média brasileira é de 23,1% da população na pobreza e 3,5% na extrema pobreza.
Entre 2023 e 2024, a taxa de pessoas na pobreza caiu de 11,5% para 8%, enquanto a extrema pobreza reduziu de 1,4% para 1,2%. O desempenho social no estado acompanha outros indicadores econômicos positivos, como a menor taxa de desemprego do país e o crescimento do PIB acima da média nacional.
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Ranking dos estados
- Famílias Abaixo da Linha da Pobreza
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- Santa Catarina — 1,65%
- Rio Grande do Sul — 1,74%
- Mato Grosso do Sul — 1,79%
- Goiás — 1,84%
- Distrito Federal — 2,18%
- Mato Grosso — 2,20%
- Paraná — 2,21%
- Rondônia — 2,29%
- Espírito Santo — 2,33%
- Minas Gerais — 2,42%
- São Paulo — 2,65%
- Rio de Janeiro — 3,17%
- Piauí — 3,35%
- Tocantins — 3,53%
- Amapá — 3,60%
- Sergipe — 3,97%
- Amazonas — 4,23%
- Paraíba — 4,26%
- Pará — 4,34%
- Rio Grande do Norte — 4,55%
- Bahia — 5,38%
- Pernambuco — 5,70%
- Roraima — 5,85%
- Alagoas — 6,15%
- Acre — 6,80%
- Ceará — 7,04%
- Maranhão — 8,54%