NOVO GIGANTÃO

Prefeitura vai contratar estudo para decidir se permuta Gigantão das Avenidas com construtoras

Estudo vai apontar se é viável construir um novo Gigantão no centro com parceria público-privada

Outra alternativa seria construir um novo estádio em área mais afastada do centro (Foto: Flavio Roberto)
Outra alternativa seria construir um novo estádio em área mais afastada do centro (Foto: Flavio Roberto)

Um assunto que por décadas envolve em polêmica o estádio Dr. Hercílio Luz, o popular Gigantão das Avenidas, está de volta por uma iniciativa encabeçada pelo prefeito de Itajaí, Robison Coelho (PL). A construção de um novo estádio para o Marcílio Dias e a viabilidade de mantê-lo no centro da cidade são os objetivos de um estudo que a prefeitura irá contratar através da Itajaí Participações, junto a uma empresa especializada, com prazo de três meses para conclusão e custo que pode chegar a R$ 500 mil pela sua complexidade.

Nesta segunda-feira, na véspera do aniversário de 107 anos do Marcílio Dias, a iniciativa foi lançada numa reunião do prefeito com membros do governo municipal, vereadores, dirigentes, conselheiros, imprensa, sócios e torcedores do Marinheiro.

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O ponto central da discussão inicial, que também vai nortear o estudo, foi a manutenção do estádio entre as avenidas Marcos Konder e Sete de Setembro ou a mudança para uma área mais afastada do centro, onde também seria possível a construção de um complexo com centro de treinamentos para o clube.

Atualmente, o terreno de cerca de 27 mil m² pertence à Prefeitura de Itajaí com concessão de uso para o Marcílio Dias. Segundo o prefeito, a área está avaliada em R$ 600 milhões. A forma de viabilizar o novo estádio seria uma parceria público-privada, em que o investidor poderia utilizar toda a área ou parte dela para um empreendimento próprio, mediante a construção de uma nova casa para o Marinheiro, mais moderna e mais ampla, com capacidade para até 20 mil pessoas. A estimativa é que cada mil lugares custem cerca de R$ 10 milhões.

Embora apenas o estudo possa apontar os caminhos viáveis a serem seguidos, a primeira reunião já mostrou opiniões divididas: de um lado quem é contrário a uma mudança de local para preservar a tradição do Marcílio Dias; e do outro lado manifestações favoráveis a uma nova fase do clube, em outra área da cidade, com possibilidade de maior investimento na estrutura, levando em consideração também questões como a mobilidade no centro e a proximidade com hospitais.

“A partir do momento em que a gente tiver um estudo, vai trazer para o debate. E aí a gente vai apresentar todas as variáveis possíveis e vamos tomar a decisão em conjunto. Não tenho medo de gastar dinheiro público com o Marcílio, porque é patrimônio da cidade, mas a gente precisa ter esse envolvimento de todo mundo. Tem tempo para planejar, mas não pode errar. Depois da decisão tomada, a gente contrata o projeto executivo, que vai definir a área, projeção, o que vai ser construído, qual é a viabilidade. E aí, sim, depois do projeto executivo vem a execução da obra”, explicou o prefeito.

O presidente do Marcílio Dias, Tarcísio Guedim, destacou a importância da construção de um novo estádio com urgência para o crescimento do clube. “Nós temos que pensar não só no estádio, mas no centro de treinamentos. A gente não quer fazer um estádio, queremos um complexo, que já tenha ao seu redor três, quatro campos para aprimoramento da base e do futebol em si. Nós sabemos que a necessidade de o Marcílio dar um grande passo é a questão da estrutura. É necessário debater, mas nós temos que ter um cronograma, precisamos tirar do papel, independentemente se o estádio for feito ali (no centro) ou em outro local”, destacou Guedim.



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