A vitória do Figueirense por 3 a 0 sobre o Joinville manteve o alvinegro vivo no quadrangular do rebaixamento e acendeu mais um alerta em Itajaí. O resultado aumentou a pressão no Marcílio Dias, que fez uma atuação fraca na derrota por 2 a 1 para o Carlos Renaux, em Brusque, na última quinta-feira.
Apesar dos riscos, o Marinheiro ainda depende apenas de si na última rodada, quando recebe o rebaixado Joinville na sexta-feira, às 20h, no Gigantão das Avenidas. O que preocupa é o desempenho em campo, que piora a cada rodada sob o comando do técnico Emerson Cris.
Além de um time muito desorganizado, as escolhas do treinador também colaboraram para mais uma atuação horrível da equipe. A diferença é que dessa vez o resultado positivo não veio, como tinha acontecido contra o Figueirense nas duas rodadas anteriores.
Porém, não é só o rendimento técnico que preocupa o torcedor. As informações apuradas pela equipe da rádio Univali FM e Web Catarina sobre a renovação de contrato do atacante Zé Carlos ...
Apesar dos riscos, o Marinheiro ainda depende apenas de si na última rodada, quando recebe o rebaixado Joinville na sexta-feira, às 20h, no Gigantão das Avenidas. O que preocupa é o desempenho em campo, que piora a cada rodada sob o comando do técnico Emerson Cris.
Além de um time muito desorganizado, as escolhas do treinador também colaboraram para mais uma atuação horrível da equipe. A diferença é que dessa vez o resultado positivo não veio, como tinha acontecido contra o Figueirense nas duas rodadas anteriores.
Porém, não é só o rendimento técnico que preocupa o torcedor. As informações apuradas pela equipe da rádio Univali FM e Web Catarina sobre a renovação de contrato do atacante Zé Carlos, o único do setor que demonstrou qualidade, expõem um problema maior: a desorganização interna do Marcílio Dias.
Segundo o agente do atleta, até domingo o Marcílio não havia apresentado nenhuma proposta de renovação, enquanto o coordenador técnico Sílvio disse em entrevista à rádio Univali FM e Web Catarina que o clube não vai gastar acima do seu teto financeiro. Após a repercussão, o departamento de futebol do Marcílio iria dar início a uma negociação que já deveria estar acontecendo durante o Campeonato Catarinense.
É justamente por isso que o Marcílio perde atletas importantes e mantém outros que pouco agregam. O futebol é dinâmico. Quem demora, perde. O clube só não perdeu o meia Cesinha no final da Copa SC porque foi preciso pagar mais do que ele recebia para renovar o contrato. Ou seja: a demora custa caro.
Não é complicado. Coloque proposta na mesa. O jogador aceita? Ótimo. Não aceita? Negocia dentro da realidade ou encerra o assunto. O que não dá pra entender é essa morosidade que prejudica o planejamento e enfraquece o elenco para a sequência da temporada.
O Marcílio precisa ser mais competitivo na Série D para manter a vaga na competição nacional em 2027. Para isso, é preciso visão, agilidade e, acima de tudo, coragem para decidir. Quem quer fazer futebol precisa assumir riscos e tomar decisões.
Enquanto isso, na final do Catarinense, o Barra deu um banho de bola na Chapecoense. Dominou amplamente e poderia ter construído uma vantagem histórica. Faltou matar o confronto ali e o gol da Chape, que deixou o placar em 3 a 1, manteve esperanças para a equipe do oeste do estado. Ainda assim, é justo reconhecer o grande trabalho da comissão técnica do Barra, capitaneada pelo técnico Eduardo Souza. Já a Chapecoense fez a sua pior partida no ano e está sendo muito cobrada por isso.
Fica a lição: no futebol, vence quem tem organização, coragem e rapidez. O Marcílio precisa entender isso antes que seja tarde.