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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Vitória com cara de Série D


Vitória com cara de Série D
(FOTO: VICA BUENO)

O Marcílio Dias foi até Pelotas (RS) neste domingo e conseguiu uma vitória com cara de Série D diante do Brasil de Pelotas. Sem jogar o seu melhor futebol, em um campo de condições ruins, contra um adversário pior tecnicamente, mas muito aguerrido, e com uma arbitragem com critérios muito diferentes para o time da casa e o visitante, o Marinheiro superou todas essas adversidades e fez o que se deve fazer quando se enfrenta o lanterna do grupo: somar três pontos. Voltar a vencer depois de quase 17 anos no Rio Grande do Sul mostra por que os jogos no estado vizinho são sempre difíceis, independentemente da situação em que a equipe gaúcha se encontre. E pelo primeiro tempo, até parecia que a vitória seria mais tranquila. O Marcílio comandou as ações da partida, teve as melhores chances e fez 1 a 0 em um gol contra, que a arbitragem deu para Júlio Rusch (um prêmio pela melhor atuação do volante com a camisa rubro-anil até agora). A etapa final começou com um susto e quase empate do adversário, mas em seguida veio o segundo gol marcilista em belo cruzamento de Victor Guilherme que Alex Gonçalves completou com uma cabeçada no ângulo. Aí o Marcílio se desconcentrou, deu muito espaço no lado esquerdo de sua defesa e foi por ali que o Brasil descontou. Mesmo vivendo uma grande crise dentro e fora de campo, o time Xavante não se entregou. Foi pro desespero e o Marinheiro suportou bem a pressão. O goleiro Anderson Paulo foi muito importante no jogo, com intervenções decisivas para segurar o resultado. Ao Marcílio ainda faltou prender mais a bola no ataque e aproveitar melhor os contra-ataques para fazer o 3 a 1. Uma maturidade que o time ganhará com o tempo, ainda mais com nomes experientes como Rodolfo Potiguar e Rafael Oller se encaixando no time. Substituindo o suspenso Felipe Baiano, Potiguar permaneceu mais de 90 minutos em campo, mostrou a qualidade técnica que já conhecemos e foi seguro nos desarmes quando necessário. Para quem não jogava desde o dia 6 de março, uma estreia acima do esperado. 

Pés no chão

Responsável por mudar a cara do time desde que chegou, Waguinho Dias tem entre suas virtudes a sinceridade e os pés no chão. O treinador tem evitado a empolgação após três vitórias seguidas, apontando o que precisa melhorar e valorizando o trabalho coletivo do grupo. O jogo contra o São Luiz é decisivo e uma vitória encaminha a classificação. É o momento de o torcedor abraçar a equipe e lotar o Gigantão. Certamente, o time gaúcho virá muito fechado e a pressão dentro e fora de campo será muito importante para furar a retranca de Cristian de Souza.

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Pés no chão

Responsável por mudar a cara do time desde que chegou, Waguinho Dias tem entre suas virtudes a sinceridade e os pés no chão. O treinador tem evitado a empolgação após três vitórias seguidas, apontando o que precisa melhorar e valorizando o trabalho coletivo do grupo. O jogo contra o São Luiz é decisivo e uma vitória encaminha a classificação. É o momento de o torcedor abraçar a equipe e lotar o Gigantão. Certamente, o time gaúcho virá muito fechado e a pressão dentro e fora de campo será muito importante para furar a retranca de Cristian de Souza.


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