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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Homenagem merecida


Homenagem merecida
(foto: Vica Bueno)

A sexta-feira foi marcada por uma grande confraternização e homenagem a um dos jogadores mais importantes da história recente do Marcílio Dias. Leandro Branco, o maior artilheiro do século no Marcílio Dias, com 32 gols em três passagens pelo Gigantão, teve finalmente a sua merecida despedida, em um jogo festivo com vários ex-jogadores do clube, convidados de Leandro e da diretoria, além de sócios sorteados para participar do evento. O torcedor que acompanha o clube nas últimas décadas, pôde viver um momento de nostalgia no Gigantão, não só por ver novamente Leandro com a camisa rubro-anil, mas tantos outros jogadores que contribuíram com o clube até mesmo em momentos difíceis, como a segunda divisão estadual. Além disso, o lendário atacante Idésio, ex-jogador do Marcílio e um dos maiores nomes da história do clube, deu o pontapé inicial. Tive a honra de levantar a campanha pelo jogo festivo para Leandro, prontamente atendida pelo presidente Hercílio de Mello, que proporcionou esta homenagem junto da diretoria, também aproveitando para comemorar os 104 anos do Marinheiro. Convivi com Leandro Branco como diretor de futebol do Marcílio Dias em 2004 e 2005, ano em que o jogador foi um dos principais atacantes do estado, ajudando o clube a conquistar uma taça em Ibirama, que levou o Marinheiro a disputar o Campeonato Brasileiro da Série C na época. Além de um grande jogador, Leandro sempre foi um atleta de muito caráter e comprometido com as cores do rubro-anil. Tanto é que voltou outras duas vezes em momentos bem mais complicados do Marcílio, sendo protagonistas em dois acessos e dois títulos da segunda divisão estadual, em 2010 e 2013.

Final em aberto

Se faltou competência ao Marcílio Dias para avançar à fase de mata-mata do Campeonato Catarinense, Criciúma e Brusque chegaram à decisão por mérito, mesmo sem mostrar um grande futebol no caminho até a final. O Tigre deu um passo importante com a vitória por 1 a 0 no último sábado, no primeiro jogo da final, mas o Brusque, que até então estava invicto, ainda é o time mais ajustado da competição e tem condições de reverter o resultado no Augusto Bauer, no próximo sábado. O Marreco ficou devendo futebol no primeiro tempo, mas o Criciúma não teve eficiência para abrir vantagem pressionando o adversário. Foi premiado com o gol assinalado pelo VAR nos acréscimos do segundo tempo, quando a partida estava muito mais equilibrada.

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Final em aberto

Se faltou competência ao Marcílio Dias para avançar à fase de mata-mata do Campeonato Catarinense, Criciúma e Brusque chegaram à decisão por mérito, mesmo sem mostrar um grande futebol no caminho até a final. O Tigre deu um passo importante com a vitória por 1 a 0 no último sábado, no primeiro jogo da final, mas o Brusque, que até então estava invicto, ainda é o time mais ajustado da competição e tem condições de reverter o resultado no Augusto Bauer, no próximo sábado. O Marreco ficou devendo futebol no primeiro tempo, mas o Criciúma não teve eficiência para abrir vantagem pressionando o adversário. Foi premiado com o gol assinalado pelo VAR nos acréscimos do segundo tempo, quando a partida estava muito mais equilibrada.


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