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Coluna Fato&Comentário

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Edison d´Ávila é itajaiense, Mestre em História e Museólogo, mestre em Cultura Popular e Memória de Santa Catarina. Membro emérito do Instituto Histórico e Geográfico de SC, da Academia Itajaiense de Letras e da Associação de Amigos do Museu Histórico e Arquivo Público de Itajaí. É autor de livros sobre história regional de Santa Catarina

Um neo-sacerdote e os padres itajaienses


No domingo, dia 22 de novembro próximo passado, Festa de Cristo Rei, na Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, na Fazenda, celebrou festivamente sua 1ª Santa Missa o neo-sacerdote itajaiense Padre Lucas Casimiro Tibincoski Teixeira. Ele havia sido ordenado em solenidade do dia anterior pelo Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. Padre Lucas é filho do ex-vereador Davi Teixeira e dona Alice, tendo sido o terceiro paroquiano da Fazenda a receber ordenação sacerdotal. Antes dele a  receberam os Padres Kelvin Borges Konz, em 2012, e Dyego Delfino, em 2016.

O primeiro filho de Itajaí que teve ordens sacras fora o Padre Thomaz Adalberto da Silva Fontes, depois conhecido por Cônego Thomaz Fontes, filho do coronel Manoel Antônio Fontes e dona Ana da Silva Fontes, irmão do desembargador Henrique da Silva Fontes e das professoras Erotides e Virgínia da Silva Fontes. Após sua ordenação em Florianópolis, Itajaí o recebeu festivamente e ele celebrou a primeira missa na antiga Matriz, no dia 15 de abril de 1917. Desse acontecimento, o Museu Histórico de Itajaí guarda uma peça histórica. A toalha da mesa em que foi servido almoço festivo a convidados especiais. As irmãs do Padre Fontes – Concórdia, Erotides e Virgínia – pediram na ocasião a cada convidado presente, que assinasse a toalha  e elas, depois, bordaram com capricho e arte os nomes de cada um.  Preservou-se, de modo artístico, o  registro dos convidados presentes àquele histórico ágape de confraternização e homenagem.

Outros 22 conterrâneos têm seguido o Padre Fontes na vocação religiosa até agora. E vale ter seus nomes citados, como memória de filhos de Itajaí que se dedicaram e se dedicam ao ministério sacerdotal: Pe. José Rodi, SJ; Pe. Arno Afonso de Miranda, SCJ; Pe. Horácio Rebelo; Pe. David Teodoro Reichert; Pe. Carlos Emmendoerfer; Pe. José Alberto Gonçalves Espíndola; Monsenhor Afonso Emmendoerfer; Pe. Adolfo dos Anjos, SDB; Pe. Augusto Cesar Pereira, SCJ; Pe. Nilton Ramos (afastado do ministério); Pe. Francisco de Assis Wloch; Pe. José Jacob Archer; Pe. João Batista Reis da Silva; Frei Fábio Cesar Gomes, OFM;  Pe. Álvaro Emanuel da Silva; Pe. Mário José Raimondi; Pe. Mário Sérgio do Nascimento (afastado do ministério); Pe. Kelvin Borges Konz; Pe. Eduardo Bastos; Pe. Cleber Brugnago Rosa;  Pe. Paulo Stippe Schmitt; Pe. Lucas Casemiro Tibincoski Teixeira.

Ainda duas notas históricas relevantes: Pe. José Rodi, jesuíta, irmão gêmeo de Joca Rodi, antigo comerciante e conhecido na cidade com loja de tintas e ferragens,  fora ordenado ...

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O primeiro filho de Itajaí que teve ordens sacras fora o Padre Thomaz Adalberto da Silva Fontes, depois conhecido por Cônego Thomaz Fontes, filho do coronel Manoel Antônio Fontes e dona Ana da Silva Fontes, irmão do desembargador Henrique da Silva Fontes e das professoras Erotides e Virgínia da Silva Fontes. Após sua ordenação em Florianópolis, Itajaí o recebeu festivamente e ele celebrou a primeira missa na antiga Matriz, no dia 15 de abril de 1917. Desse acontecimento, o Museu Histórico de Itajaí guarda uma peça histórica. A toalha da mesa em que foi servido almoço festivo a convidados especiais. As irmãs do Padre Fontes – Concórdia, Erotides e Virgínia – pediram na ocasião a cada convidado presente, que assinasse a toalha  e elas, depois, bordaram com capricho e arte os nomes de cada um.  Preservou-se, de modo artístico, o  registro dos convidados presentes àquele histórico ágape de confraternização e homenagem.

Outros 22 conterrâneos têm seguido o Padre Fontes na vocação religiosa até agora. E vale ter seus nomes citados, como memória de filhos de Itajaí que se dedicaram e se dedicam ao ministério sacerdotal: Pe. José Rodi, SJ; Pe. Arno Afonso de Miranda, SCJ; Pe. Horácio Rebelo; Pe. David Teodoro Reichert; Pe. Carlos Emmendoerfer; Pe. José Alberto Gonçalves Espíndola; Monsenhor Afonso Emmendoerfer; Pe. Adolfo dos Anjos, SDB; Pe. Augusto Cesar Pereira, SCJ; Pe. Nilton Ramos (afastado do ministério); Pe. Francisco de Assis Wloch; Pe. José Jacob Archer; Pe. João Batista Reis da Silva; Frei Fábio Cesar Gomes, OFM;  Pe. Álvaro Emanuel da Silva; Pe. Mário José Raimondi; Pe. Mário Sérgio do Nascimento (afastado do ministério); Pe. Kelvin Borges Konz; Pe. Eduardo Bastos; Pe. Cleber Brugnago Rosa;  Pe. Paulo Stippe Schmitt; Pe. Lucas Casemiro Tibincoski Teixeira.

Ainda duas notas históricas relevantes: Pe. José Rodi, jesuíta, irmão gêmeo de Joca Rodi, antigo comerciante e conhecido na cidade com loja de tintas e ferragens,  fora ordenado em 1923 na Holanda.  Faleceu com apenas 36 anos em Porto Alegre, onde era professor no Ginásio Anchieta. Padre Arno Afonso de Miranda, da Congregação dos Padres do Coração de Jesus, era filho do jornalista Joca Miranda, fundador do jornal “O Pharol”.

“Itajaí, no dizer do historiador Pe. José Artulino Besen, com uma sucessão de grande vigários, foi escola fecunda de cristãos e vocações.” A arraigada fé católica de larga parcela dos itajaienses, herança vinda dos antepassados e a qualidade humana e pastoral dos vigários que trabalharam em Itajaí justificam a honrosa e antiga fama de ser a cidade a mais católica, no fervor religioso, do litoral catarinense.


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