Publicado 15/04/2026 08:52
Quem abriu o Instagram no finde viu uma tropa de defensores da vereadora cultural Hilda Deola (PDT) criticando o atual governo por conta de uma premiação recebida pelo programa “Aqui tem arte”, o antigo “Arte nos bairros”. Segundo eles, o reconhecimento seria mérito exclusivo de Hildinha, que criou o programa anos atrás e atuou para transformá-lo em política pública.
Mas não é bem assim
O que passou batido por alguns é que o prêmio é devido ao trabalho desenvolvido pela Setec e está diretamente ligado à inclusão do “Aqui tem arte” no aplicativo ‘Conecta.í’, ferramenta da prefa de Itajaí que ampliou o acesso da população às oficinas, cursos e atividades culturais.
Operacionalizado
Com a digitalização, que iniciou no ano passado, moradores de diferentes bairros passaram a ter mais facilidade para participar das ações, superando barreiras de divulgação e localização, uma mudança implementada na atual gestão. Ou seja, o prêmio não trata da criação do programa, mas da forma como ele vem sendo operacionalizado agora.
Versões e bastidores
Nos bastidores, há quem reconheça o papel de origem do projeto, mas também quem ressalte que a evolução recente foi determinante para o reconhecimento. E como em toda boa disputa política, cada lado tenta assumir a paternidade do sucesso.
Memória seletiva?
Já entre os “perdigueiros” de plantão circulam relatos de que, em gestões anteriores, haveria falhas no controle das oficinas, como dificuldade de monitoramento de turmas, alunos e atividades ofertadas. Nada oficialmente comprovado, mas suficiente para alimentar a velha máxima: quando o assunto é mérito, a memória costuma ser seletiva.
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