Show do Hot Wheels
Polícia conclui que morte de piloto no Beto Carrero não foi culpa de terceiros
Investigação da Polícia Civil não encontrou indícios de responsabilidade criminal de terceiros
Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava a morte do piloto Lurrique Ferrari, de 36 anos, durante o espetáculo motociclístico Hot Wheels Epic Show, no parque Beto Carrero World, em Penha. O acidente foi em 23 de novembro de 2025. De acordo com a investigação, a morte foi resultado de riscos inerentes à atividade profissional, sem indícios de responsabilidade criminal de terceiros.
Segundo o inquérito, Lurrique fazia uma manobra quando bateu na rampa do espetáculo. Ele foi atendido pelos bombeiros do parque e levado ao hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. O piloto passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
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A investigação teve apoio da Polícia Científica de Santa Catarina (PCI), que fez perícia no local do acidente e na motocicleta usada pelo piloto. Foram feitas análises mecânicas, estruturais e diagnósticos eletrônicos.
Os exames médico-legais e toxicológicos indicaram que a morte foi consequência das lesões provocadas pelo impacto e descartaram a presença de substâncias que pudessem comprometer os reflexos ou a capacidade psicomotora do piloto.
Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil concluiu que o caso está relacionado aos riscos da própria atividade exercida pelo profissional. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário.
Franciele Marcon
Fran Marcon; formada em Jornalismo pela Univali com MBA em Gestão Editorial. Escreve sobre assuntos de Geral, Polícia, Política e é responsável pelas entrevistas do "Diz aí!"
