TRÂNSITO

Canteiro entre pista e ciclovia vira armadilha para motoristas

Canteiro é detonado por veículos pra entrar em faixa estreita

Canteiro é detonado por veículos pra entrar em faixa estreita (Foto: João Batista)
Canteiro é detonado por veículos pra entrar em faixa estreita (Foto: João Batista)
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A construção de um canteiro entre uma das faixas da avenida do Estado Dalmo Vieira e a nova ciclovia do local, no bairro Pioneiros, não agradou motoristas e nem moradores. O local virou uma armadilha para os veículos que precisam sair da avenida e entrar no bairro ou pra quem sai da rua lateral Francisco Manoel de Souza pra pegar a avenida.

A obra faz parte da adequação da avenida após a implantação de sentido único com quatro faixas até o trecho da avenida das Gaivotas. No trecho do canteiro, foi criada uma bifurcação, com a faixa da direita indo em direção a rua Miguel Matte. O canteiro junto à calçada, em frente ao supermercado Meschke, prolongou a ciclovia, mas estreitou a pista para carros.

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A queixa é que o novo canteiro também ficou numa geometria que dificulta a conversão pra quem sai da Francisco Manoel de Souza e precisa entrar na avenida, inclusive os caminhões que abastecem o mercado. Com isso, o canteiro já foi danificado ao menos três vezes pelo veículos que passam por cima. O estrago do último acidente ainda não foi arrumado.

A outra ponta do canteiro, na esquina da rua Protásio Caetano, também teve o mesmo problema, sendo atingido por veículos ainda durante a construção, em dezembro. No ponto, a prefeitura encurtou o canteiro, abrindo o ângulo para os carros entrarem na rua. Os moradores pedem adequações no trecho e sugerem a colocação de tachões pra divisão de faixas no lugar do atual canteiro, o que evitaria mais acidentes.

“Os caras estão batendo ali todo dia. Então, eles [pessoal da prefeitura] arrumam, mas no outro dia, [os motoristas] vão lá e o carro bate e estraga de novo. Já foi umas cinco, seis vezes que deu acidente. Aquele canteiro ali não deu certo, então eu acho que quem cuida devia ver que os acidentes estão recorrentes e mudar”, relatou um vizinho.

A preocupação dele, que mora na frente ao local e frequenta o mercado, é que haja algum acidente mais grave, envolvendo motociclistas e usuários de patinetes elétricos que circulam no trecho. “É um negócio que não deu certo, por isso que eu estou indignado. Estou vendo isso acontecer, sendo recorrente e eles não mudam. É um obstáculo que está atrapalhando o ir e o vir ali”, completa o morador.

 

Mudanças em estudo

A secretaria de Planejamento informou que a proposta inicial do projeto prevê a possibilidade de alteração no sentido da via, com a inversão da mão de direção. A ideia é que o acesso passe a ocorrer no sentido da avenida do Estado Dalmo Vieira, entrando pela rua México.

“Com isso, os caminhões deixariam de realizar a conversão no ponto atual, o que reduziria manobras apertadas e melhoraria a fluidez e a segurança do tráfego. No entanto, essa medida ainda está em estudo junto à equipe de trânsito e a definição final ainda depende dessa análise técnica”, explica.

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Em relação ao canteiro, a secretaria defende que é uma estrutura necessária do ponto de vista da segurança viária. “Além de organizar o fluxo, o canteiro contribui para o estreitamento da pista, o que resulta na redução da velocidade dos veículos. Antes, a via permitia a entrada simultânea de dois carros, o que aumentava o risco de que um deles invadisse a ciclofaixa, podendo causar acidentes graves”, informa.

Com a implantação do canteiro, o objetivo, segundo a pasta, é justamente proteger a ciclofaixa e evitar situações de risco, considerando que o tráfego vem de uma via com quatro faixas e passa, naquele ponto, para apenas uma. “A medida busca prevenir acidentes e garantir mais segurança para motoristas, ciclistas e pedestres”, completou.



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