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Altevir Baron é diretor de vendas, com trajetória marcada por liderança, ética e resultados no mercado imobiliário de alto padrão. Apaixonado por comportamento humano e cultura organizacional, escreve semanalmente sobre os bastidores do mundo corporativo. Suas reflexões unem experiência prática, pensamento crítico e olhar humano sobre empresas e pessoas Instagram: @abaronoficia | LinkedIN: altevirbaron

Contratar bem é estratégia, não sorte


Contratar bem é estratégia, não sorte
(Imagem gerada por IA)

Em um mercado cada vez mais competitivo, montar um time certo deixou de ser uma tarefa operacional, tornou-se uma decisão estratégica vital importância.  E contratar mal custa caro. Muito caro. Custa tempo, energia, cultura e, principalmente, resultado. Sem falar no mal-estar que causa no ambiente.

O primeiro erro é contratar apenas pelo currículo. Experiência é importante, mas não é garantia de entrega e que o candidato irá agregar no contexto da empresa. Competência técnica abre portas, mas é o comportamento que sustenta a permanência. E, muitas vezes, é uma contratação equivocada que contamina o clima organizacional da empresa.

Contratar bem começa antes da entrevista. Começa na clareza. Clareza sobre o que a função realmente exige. Voce precisa deixar claro as atribuições que o cargo concentra. Clareza sobre o nível de responsabilidade. Clareza sobre o tipo de perfil "pessoal" que performa naquele ambiente. Sem isso, a seleção vira um jogo de tentativa e erro. Procure investir nessa clareza que diminuirá as chances de erro.

Outro ponto crítico é confundir simpatia com competência. Pessoas agradáveis nem sempre são produtivas. E pessoas produtivas nem sempre são fáceis. O papel do contratante é encontrar o ...

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O primeiro erro é contratar apenas pelo currículo. Experiência é importante, mas não é garantia de entrega e que o candidato irá agregar no contexto da empresa. Competência técnica abre portas, mas é o comportamento que sustenta a permanência. E, muitas vezes, é uma contratação equivocada que contamina o clima organizacional da empresa.

Contratar bem começa antes da entrevista. Começa na clareza. Clareza sobre o que a função realmente exige. Voce precisa deixar claro as atribuições que o cargo concentra. Clareza sobre o nível de responsabilidade. Clareza sobre o tipo de perfil "pessoal" que performa naquele ambiente. Sem isso, a seleção vira um jogo de tentativa e erro. Procure investir nessa clareza que diminuirá as chances de erro.

Outro ponto crítico é confundir simpatia com competência. Pessoas agradáveis nem sempre são produtivas. E pessoas produtivas nem sempre são fáceis. O papel do contratante é encontrar o equilíbrio entre gente que entrega e agrega positivamente no ambiente organizacional.

Referência também importa. Mas não qualquer referência. Pessoas deixam rastros  bons ou ruins. Procure entender os ciclos organizacionais antes de definir a contratação sobre o candidato.

Outro erro comum é contratar por urgência. A pressa é inimiga da precisão. Melhor esperar do que trazer alguém que não sustenta o ritmo. Vamos fechar logo a vaga e isso pode trazer consequências.

Além disso, é essencial avaliar valores. Habilidade se desenvolve. Caráter não se negocia. Alinhamento de valores reduz conflito, aumenta resultados e torna o clima organizacional mais leve e, claro, produtivo e colaborativo.

Empresas que se consolidam têm um padrão claro de contratação. Sabem exatamente quem cabe e quem não cabe no ambiente. E têm coragem de dizer não  mesmo quando o currículo impressiona.

No mundo organizacional, gente certa no lugar certo não é acaso. É método, disciplina e visão.

E no fim do dia, a verdade é simples: você não constrói uma empresa de alto nível com pessoas mal contratadas e com perfi desalinhado. Pense nisso e melhore sempre.


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