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Ewaldo Willerding é jornalista formando pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atua há 36 anos na imprensa de Florianópolis

Pesquisa: Jorginho segue líder, mas com alerta ligado


Pesquisa: Jorginho segue líder, mas com alerta ligado
(foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A nova pesquisa Neokemp, realizada nos dias 20 e 21 de outubro de 2025, confirma o que o cenário político catarinense vem mostrando há meses: Jorginho Mello (PL) segue na liderança com folga, mesmo com uma ligeira queda em relação ao levantamento anterior. A vantagem é ampla sobre o segundo colocado, João Rodrigues (PSD), e praticamente intransponível para os nomes da esquerda, que seguem fragmentados. O levantamento aponta que o atual governador tem 41,8% das intenções de voto, seguido pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), com 19,9%, e por Décio Lima (PT), que aparece com 16,1%. Em setembro, os números eram esses: Jorginho Mello (46%), João Rodrigues (22,9%) e Décio Lima (15%). A margem de erro é de 3%. O fato é que o PL, mesmo enfrentando algum atrito interno por conta da imposição da candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado, continua dominando o mapa político catarinense. O estado segue sendo uma das trincheiras mais sólidas da direita no país, e os números da Neokemp reforçam isso.

Sem Décio

Sem Décio, a esquerda se dividiria entre Afrânio Boppré (PSOL) e Fabiano da Luz (PT), com índices modestos. Jorginho Mello (PL) aparece com 41,3%; João Rodrigues (PSD), com 23,6%; Afrânio Boppré (PSOL), com 6,2%; e Fabiano da Luz (PT), com 4,9%. Os números em setembro eram: Jorginho (47,1%), João (21,3%) e Afrânio (6,9%)

Aprovação

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Sem Décio

Sem Décio, a esquerda se dividiria entre Afrânio Boppré (PSOL) e Fabiano da Luz (PT), com índices modestos. Jorginho Mello (PL) aparece com 41,3%; João Rodrigues (PSD), com 23,6%; Afrânio Boppré (PSOL), com 6,2%; e Fabiano da Luz (PT), com 4,9%. Os números em setembro eram: Jorginho (47,1%), João (21,3%) e Afrânio (6,9%)

Aprovação

A aprovação de 59,6% mostra que o governo mantém respaldo popular, um feito considerável após quase três anos de mandato. A reprovação, de 29,2%, é estável e controlada, com maior resistência apenas no Sul. Em setembro, os números estavam assim: aprovação era de 64,2% e a rejeição estava em 26,2%.

 

Queda

(foto: Reprodução/Redes Sociais)
(foto: Reprodução/Redes Sociais)

 

A corrida ao Senado traz o fato mais polêmico: Carlos Bolsonaro (PL) ainda lidera, mas despencou quase 10 pontos em relação à última pesquisa: tinha 32,4% em setembro e tem 22,2% em outubro. A rejeição cresceu e o incômodo com a candidatura do carioca é evidente: quase 60% dos catarinenses acham que ele deveria disputar em seu estado.

Subindo

A disputa entre os demais postulantes ao Senado está acirrada. Carol de Toni tem 19,9% (18,1% em setembro, Décio Lima está com 17,2% (tinha 15,9% em setembro) e Esperidião Amin surge com 14,5% (eram 9,5% em setembro). O crescimento dos três, mesmo que pequeno, está atrelado à rejeição ao nome de Carlos Bolsonaro.


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