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JotaCê

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JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.

Balneário Camboriú sob o olhar de Bola


(foto: divulgação)


O jornalista, escritor, pesquisador e historiador (ufa!) Bola Teixeira visitou a choupana do JC e presenteou o pançudinho com o seu livro: Balneário Camboriú II

 

Lobby

Proibido no Brasil, o “Lobby” é o ganha-pão preferido da maioria dos políticos do país. Exercer a influência para conquistar vantagens, além de ser remunerado por isso, acaba sendo uma ...

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Lobby

Proibido no Brasil, o “Lobby” é o ganha-pão preferido da maioria dos políticos do país. Exercer a influência para conquistar vantagens, além de ser remunerado por isso, acaba sendo uma linha tênue difícil de ser respeitada por aqui, abrindo brechas pra corrupção descarada. E no causo da promessa do governador Jorginho Mello (PL) da universidade gratuita, o lobby tá comendo solto.

 

Mudar a rota

Isso porque, desde a campanha eleitoral, estava claro que o programa prometido pelo governador iria contemplar as Universidades Comunitárias do Sistema Acafe. Nada mais justo, pois essas instituições, além de não terem fins lucrativos, contribuem em muito com a sociedade através da extensão e pesquisa de seus alunos e docentes. Mas os lobistas estão querendo mudar a rota.

Pressão das privadas

As universidades privadas, com donos, diferente das comunitárias, que ralam pra conta fechar no zero a zero, e olhe lá, estão pressionando autoridades, parlamentares e fazendo a cabeça até mesmo de seus clientes, ops, alunos, construindo um mundo dos sonhos onde todo mundo cursa o ensino superior de graça, fazendo o estado bancar toda a conta.

Presepada

E, pelo jeito, o lobby, ops, a pressão, chegou até a piramidal pexêra, que pautou para a sessão desta quinta-feira a votação de uma moção do vereador Bruno da Saúde (MDB) apelando para que as vagas bancadas pelo estado sejam também adquiridas nas universidades privadas. Uma baita de uma presepada, pois há menos de um mês nossos amados heróis votaram uma moção em favor das comunitárias.

Depõe contra

Está inaugurado, desta forma, o instituto da moção para revogar moção, numa virada de posicionamento vergonhosa para a piramidal pexêra, que depõe contra o próprio poder legislativo e ataca frontalmente uma de nossas maiores riquezas que é a Univali. Linguarudos garantem que a notícia bateu pelos lados da universidade e descontentou funcionários, alunos, docentes, terceirizados e direção.

Ação articulada

Este pançudinho não se conteve e, conversando com algumas fontes, ficou claro que esse tipo de moção é um absurdo, ainda mais em Itajaí, que conta com a Univali como referência de excelência no ensino superior. E o pior é que esse tipo de ação está sendo replicada em diversas outras cidades estado afora, num movimento articulado das universidades privadas.

Cada vez pior

Uma das fontes, altamente conectada com os anseios da cidade, tomou as dores da universidade e ficou indignada com a facada nas costas da Univali promovida pelo vereador Bruno da Saúde. No fim, a fonte foi cética ao diagnosticar o poder legislativo de hoje: “Acho essa safra uma das piores, achei que a anterior era imbatível, mas estava errado”. Muito errada a fonte não está.

Não é

A licitação pra tocar o Morro do Careca na Dubai brasileira, que foi vencida pelo grupo Volare, não tem nada a ver com o grupo do Parque Unipraias, informou a assessoria de comunicação do empreendimento.

Alguns

Alguns sócios do Parque Unipraias fazem parte do grupo Volare. Contudo, são empresas totalmente diferentes. Ou seja, o Unipraias não tem nenhuma vinculação com a licitação do Morro do Careca.

Admirador

Comentar algo sobre os empreendimentos em Balneário Camboriú do grupo Unipraias é chover no molhado pela contribuição com a cidade e o turismo. Legado do saudoso e visionário Júlio Tedesco. Tive a satisfação de poder conhecer pela sua pessoa o atracadouro Tedesco, a Marina Tedesco e o Parque Unipraias, que são orgulho de Balneário Camboriú, Santa Catarina e Brasil.

Dá um Google

Do outro lado da vala o caldeirão ferve. Se o prefeito Liba Top, ops, Fronza (União Brasil), não abrir os zóios vai acabar entrando pelo cano. Quem deu um Google no nome do novo secretário de esporte não gostou nada do que viu.

Tudo pode...

Um Google no nome do novo bagrão do governo Liba e apareceu processo por improbidade administrativa e violação aos princípios administrativos. Agora o governo Top não tem mais nenhum critério e desandou de vez. No governo Liba nada se transforma, na verdade, tudo pode. Faz o L.

Moleza

Nossos amados heróis da piramidal casa do povo aprovaram o retorno do recesso parlamentar. Algo que tinha sido expurgado há algum tempo. Com isso, as excelências excelentíssimas vão poder coçar as sacarias de 18 até 31 de julho.

Quase um mês e meio

E que os vereadores já tem um recesso que começa no dia 20 de dezembro e segue até o dia 31 de janeiro, quase um mês e meio. À emenda à Lei Orgânica, aprovada, tem como justificativa de que o fim do recesso aprovado em 2021 provocou acúmulo de trabalhos.

Acúmulo

“É preciso reconhecer que o fim do recesso no meio do ano, trazido pela Emenda à Lei Orgânica 61/2021, embora esteja revestido de um importante interesse público, acabou alterando a dinâmica dos trabalhos dos vereadores e de diversos setores da Câmara de Vereadores, com acúmulo de trabalhos internos, em detrimento de outras importantes funções”, diz a justificativa. Phode?

Trabalho

Olha, o que mais a sociedade cobra de nossos legisladores é trabalho e não recesso. O pessoal aqui embaixo nas ruas, o povo, tem 30 dias de férias e olhe lá, com o desemprego e o trabalho informal, não tem sábado e nem domingo, quanto mais férias.

Só três

Apenas três vereadores votaram contra a coçação, ops, moleza, digo, recesso. Os vereadores, Osmar Teixeira, o Sancho Pança (Solidariedade), o galego Rubens Angioletti (PL) e o Maurílio Moraes (Progressistas).

Sim

O restante das excelências excelentíssimas votaram favoráveis que neste período eles (as) não trabalhem. Não se tenha sessões. A vereadora acelerada Aline Aranha (União Brasil) não esteve presente na sessão e o vereador e dublê de pastor, Adriano Klawa (sem partido), teria saído do plenário antes da votação. Será que Klawa carcou pra ficar em cima do muro, no nem sim e nem não?

Gritado

O fim do recesso foi um projeto no passado do vereador galego e agora liberal (só falta a festa, digo, evento de filiação), Rubens Angioletti. Votou contra, mas poderia ter pontuado forte nessa questão. Todos que votaram pra mais moleza ficam marcados e ano que vem, com certeza, serão lembrados. Ah se vão...

Assim não dá! Assim não pode!

O pançudinho agora entra em depressão total. Imagina, no mês de julho, praticamente 15 dias sem sessões, sem nossos heróis e heroínas? Tô com medo de bater uma solidão. Já ando entristecido depois que o melhor do melhor do mundo me chamou de pobretão. Quando não estou na lida da coluna ou do blog, fico tentando juntar moedinhas de cinco centavos pra me sentir melhor. Oh, dor! 

Moisés no TCE?

Circulou nos bastidores políticos da leleia conversas dando conta de que o ex-governador da Santa & Bela Catarina Carlos Moisés da Silva (Republicanos) estaria de olho numa indicação ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Força política

Observadores mais atentos do cenário, porém, fazem observações de que dificilmente vingaria tal tentativa, em função de que teria que dispor de força política, o que não seria seu forte no momento.

Polpudos salários

Além do mais, o TCE é tido nos bastidores como uma forma de “aposentadoria” polpuda para ex-políticos, já que o salário é bom e o trabalho é pouco, em função do grande número de assessores técnicos de carreira que fazem o verdadeiro “trabalho” dos conselheiros.

Não precisa

E não seria a necessidade do ex-governador Carlos Moisés, já que, como coronel da reserva dos Bombeiros (mesmo com 55 anos), já recebe seus polpudos vencimentos ao redor de R$ 30 mil, enquanto que os atuais cidadãos comuns brasileiros, com a reforma da Previdência, tem que aguentar no batente até os 65 anos de idade para tentar a minguada aposentadoria do INSS.


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