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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Perdendo a paciência


Perdendo a paciência É o que está acontecen­do com o torcedor e comi­go em relação ao time do Marcílio Dias. A inconsis­tência da equipe nesta Sé­rie B, após 11 rodadas dis­putadas, é inadmissível para um elenco com bons jogadores como o montado pelo Marinheiro. Após uma ótima vitória contra o Flu­minense, o Marcílio voltou a jogar mal contra o Cam­boriú, fazendo uma parti­da sem brio algum diante de um adversário que foi ao Gigantão com o prin­cipal intuito de buscar o empate. Alguns atletas se­guem decepcionando com a camisa rubro-anil, como Andrei Alba e Ayrton, en­quanto o coletivo parece desencontrado em campo, com muitas erros de passe e poucas jogadas trabalha­das. Waguinho Dias terá muito trabalho pela fren­te e precisa mudar, urgen­temente, a forma como o Marcílio joga. Caso contrá­rio, até a vaga nas semifi­nais está ameaçada. Cadê o Schwenck? Essa foi a principal per­gunta de antes, durante e depois da partida des­te domingo. Um jogador da qualidade do Schwen­ck não pode ficar de fora dos relacionados do Mar­cílio Dias, ainda mais para uma partida dentro de casa em que a obrigação era de vitória. Waguinho Dias, orientado pela comissão técnica, optou por deixar o volante Buru no banco de reservas e abriu mão do ar­tilheiro da equipe na com­petição, com quatro gols. Resultado: pouca efetivi­dade no ataque e nenhuma opção para mudar o pano­rama no segundo tempo, como o próprio Schwen­ck fez diante da Cambura no primeiro turno. Tenho certeza que Schwenck não desperdiçaria uma cabeça­da de frente pro gol como Sabiá fez ainda na primei­ra etapa. Na coletiva após o jogo Waguinho deu mos­tras de que deve voltar a contar com o artilheiro, espero que já na próxima partida. Situação delicada Se no Marcílio Dias o principal problema é o ní­vel de atuação baixo, mas a pontuação ainda o co­loca entre os melhores da Série B, no Almirante Bar­roso a situação está bem mais delicada. O Barroso perdeu novamente, dessa vez para o Operário, e se vê cada vez mais distante das semifinais. Será preci­so uma arrancada nas sete partidas que restam para o alviverde beliscar uma vaga na briga pelo aces­so. Atualmente, são seis pontos de distância para o G4 da classificação ge­ral e quatro para os líderes do returno. Renê Marques terá que repetir o feito de quando comandou o Bar­roso em 2016, com várias vitórias seguidas, mas des­sa vez no meio da compe­tição. Returno aberto Com duas rodadas dis­putadas, é difícil prever uma equipe despontando para o título desse returno. O Marcílio Dias perdeu a grande chance de se isolar na liderança ao empatar com o Camboriú. Já o time do técnico Mauro Ovelha, se não encanta com suas atuações é o mais eficien­te da competição e já mos­trou que não vai tirar o pé nesta segunda fase após ter ganho o turno. Outro time que vem forte é o Flu­minense, que fez uma par­tida perfeita contra o Barra e caminha a passos largos para as semifinais via clas­sificação geral.


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