Publicado 21/02/2026 11:25
Passado um ano de governo na city pexêra, chega à piramidal casa do povo, no mês de março, o que o prefeito Robison Coelho (PL) faz questão de chamar de “ajustes administrativos” — e não reforma como alguns preconizam.
Sem sustos e sem debate
O projeto deve tramitar sem grandes turbulências, já que o executivo conta com ampla maioria de excelências excelentíssimas no legislativo. Traduzindo: deve passar sem sustos e, ao que tudo indica, sem muito debate.
Primeiro ano foi de arrumação
Nos bastidores do gabinete do alcaide no paço da Vila Operária, os perdigueiros da coluna que se espalham por terra, ar e mar, assopram que o discurso é claro: o primeiro ano foi de ajustes internos e organização da máquina.
Entregar resultados
E que 2025 foi de entregas importantes. Mas agora, segundo ainda esses linguarudos, vai mudar o tom. O segundo ano será de cobrança mais intensa.
Se não...
Os bagrões estrelados, ops, secretários, diretores e demais cargos estratégicos já teriam sido chamados na chincha, digo, ouvido o recado do alcaide: é hora de apresentar resultados mais robustos.
Momento de resultado
Para o prefeito, a fase agora é de menos explicação e mais execução. Quem não acompanhar o ritmo imposto pelo burgomestre pode acabar ficando pelo caminho e sem uma segunda chance de apresentar os resultados que são esperados. Em governo que quer marcar gestão, a régua sobe naturalmente no segundo ano, isso é inegável.
Foto (Divulgação)
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