Publicado 10/02/2026 17:30
O ministro Marco Buzzi foi afastado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira, por supostos assédios sexuais. O magistrado nega as acusações.
Ilimitado
O afastamento do Ministro Marco Buzzi, foi determinado em caráter cautelar e por tempo limitado, período em que o magistrado, fica impedido de acessar o gabinete, usar a caranga oficial e exercer as prerrogativas do cargo.
Responde
O ministro Buzzi responde a uma sindicância interna aberta na última semana de maneira unânime pelos seus colegas. No mesmo dia o ministro, apresentou atestado e pediu licença médica de suas funções.
Broncas
A primeira denúncia envolvendo o ministro foi feita por uma jovem de 18 anos. O caso veio à tona na semana passada, após familiares da vítima prestarem depoimento no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), na semana passada.
Muito bonita
Em depoimento dado à Polícia Civil de São Paulo, a garota afirmou que estava em viagem com os pais e com a família do ministro na Dubai brasileira. Sem a presença dos demais convidados durante o mergulho, o ministro “a puxou pelo braço e a virou de costas para si e pressionou o quadril e nádegas da declarante contra o seu pênis e a afirmou que a achava ‘muito bonita’, relatou a vítima.
Passou a mão nas nádegas
"Quando tentou se desvencilhar, Marco a puxou de volta contra si e passou a mão em suas nádegas. Em ambas as ocasiões, a declarante pôde sentir o pênis de Marco. A declarante se afastou de Marco, que tentou puxá-la mais algumas vezes para perto de si, porém sem sucesso”, está relatado no depoimento aos policiais.
Sigilo
“O CNJ esclarece que o caso está tramitando no âmbito da Corregedoria Nacional de Justiça, em sigilo, como determina a legislação brasileira. Tal medida é necessária para preservar a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a exposição indevida e a revitimização”, informou o órgão na ocasião.
Nova denúncia
No início desta semana, a Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), confirmou que apura uma segunda denúncia de assédio contra o ministro Marco Buzzi. A suposta vítima prestou depoimento à CNJ. A suposta vítima foi ouvida pelo corregedor, ministro Mauro Campbell. E, o caso, igualmente como da jovem que fez a primeira denúncia, tramita em sigilo.
Foto (Divulgação)
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Publicado 10/02/2026 19:30