A rivalidade entre Camboriú e Barra, surgida nos últimos anos, vai ganhar um capítulo diferente na tarde desta quarta-feira, quando as duas equipes vão se enfrentar às 18h30, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pela terceira rodada do Catarinense. O local ‘neutro’ é onde a Cambura está mandando seus jogos neste estadual e vai receber o duelo que não acontece desde 2023.
Dentro de campo, as duas equipes buscam afirmação no estadual. Depois de vencerem a primeira partida no último final de semana, Camboriú e Barra precisam da segunda vitória seguida para encaminhar ...
Dentro de campo, as duas equipes buscam afirmação no estadual. Depois de vencerem a primeira partida no último final de semana, Camboriú e Barra precisam da segunda vitória seguida para encaminhar a classificação dentro dos respectivos grupos.
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A Cambura vem de uma vitória expressiva contra a Chapecoense por 2 a 0, no próprio Scarpelli, e lidera o grupo A com quatro pontos. Já o Barra bateu o JEC em Itajaí por 1 a 0 e subiu para o segundo lugar do grupo B com três pontos. Com apenas seis times em cada chave, uma derrota no clássico pode representar terminar a rodada fora do G4.
“A vitória foi fundamental para os nossos objetivos na competição. A nossa estratégia de jogo foi cumprida, com a organização dos jogadores. Agora temos um jogo quarta-feira muito difícil. Espero que o torcedor esteja novamente no estádio nos apoiando, porque a competição não é fácil, mas vamos em busca da classificação”, avaliou o técnico Laécio Aquino após a vitória do Camboriú diante da Chape.
Do lado do Barra, o técnico Eduardo de Souza fez três mudanças entre a equipe que estreou contra o Avaí e a que venceu o Joinville. Segundo o treinador, ainda há mais atletas contratados que ainda não jogaram, além do capitão Natan, que está machucado. Porém, Souza destaca que o momento é de buscar os resultados necessários para alcançar a classificação.
“Nós temos muitos jogadores para estrear. É um grupo (de jogadores) forte, mas nós precisamos de resultados. Não adianta ter um grupo forte, não ter os resultados, e daqui 15 dias estar no quadrangular da morte. Então a gente precisa pontuar o mais rápido possível para conseguir a classificação. Aí é outro campeonato, jogos só aos finais de semana, a pressão pelo descenso diminui. Na Série D, depois do acesso, nós fizemos quatro jogos finais de uma excelência muito grande”, destaca o técnico do Barra.