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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Estreia desastrosa


Estreia desastrosa

Em seu quarto ano seguido no campeonato Catarinense da série A, após amargar três anos de segunda divisão, o Marcílio Dias fez a sua pior estreia dessa “nova era” do clube. O Marinheiro teve uma atuação desastrosa neste domingo, diante do Hercílio Luz, no Gigantão das Avenidas, e acabou derrotado por 2 a 0 com méritos para o time do sul do estado, que soube aproveitar bem os erros cometidos pelo Marcílio Dias. Depois de uma boa atuação na Recopa, contra o Brusque, quando foi derrotado por 1 a 0 no Augusto Bauer, a expectativa é que o Marinheiro melhorasse o nível no segundo jogo da temporada, mas ocorreu totalmente o contrário. O Marcílio entrou em campo desligado, em rotação muito baixa, como se ainda estivesse disputando a Copa Santa Catarina, em que o nível dos adversários era bem inferior ao seu. O próprio Hercílio, finalista da Copinha, refez o time e se reforçou com contratações que conhecemos bem: Wallace, André e Anderson Ligeiro, foram destaques do time de Tubarão. Do outro lado, o Marinheiro perdeu jogadores importantes como Dener, Jean Dias, Rafael Silva e André, mas não conseguiu repor. Em uma competição forte como o Catarinense, em que todos os times vão dificultar ao máximo a partida, não se pode cometer tantos erros bobos, passes errados, entregadas na frente da área e no meio de campo. Foi assim que o Hercílio Luz chegou aos gols. A lentidão e inoperância do ataque rubro-anil foram outros pontos negativos. Sem confiança, o time insistiu em recuar e tocar bola no seu campo de defesa. Com Cesinha e Peu sumidos no primeiro tempo, e Luiz Fernando muito bem marcado, o Marinheiro passou um tempo todo sem exigir uma defesa sequer do goleiro. Na etapa final, com algumas alterações, o Marcílio seguiu sem incomodar muito o adversário, que após abrir 2 a 0 logo no início, se fechou, e ficou assistindo ao Marinheiro rodar a bola de um lado pro outro. Erik Mendes, o único centroavante relacionado para o jogo, foi a campo, mas sem ritmo, pouco ajudou. Aliás, a falta de um camisa 9 de referência vinha sendo falada há tempos, na montagem do elenco, e bastaram dois jogos para perceber que Peu ou Pimpão vão ter muitas dificuldades em fazer essa função, principalmente pelo porte físico.

Tempo para reagir

O Marcílio Dias tem uma tabela dura pela frente e o tempo pra reagir é curto. Logo após o jogo, alguns jogadores falaram indignados com a atuação da equipe, principalmente na questão de raça e vontade. Esperamos que contra o JEC, nesta quarta, em Joinville, a atitude seja outra. Se não mudar, o Marinheiro vai começar uma corrida contra o tempo para evitar o pior nesse estadual.

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Tempo para reagir

O Marcílio Dias tem uma tabela dura pela frente e o tempo pra reagir é curto. Logo após o jogo, alguns jogadores falaram indignados com a atuação da equipe, principalmente na questão de raça e vontade. Esperamos que contra o JEC, nesta quarta, em Joinville, a atitude seja outra. Se não mudar, o Marinheiro vai começar uma corrida contra o tempo para evitar o pior nesse estadual.


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