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A coluna Via Streaming seleciona e apresenta semanalmente filmes ou séries em destaque disponibilizados pelas plataformas de vídeos "on demand" que atuam no Brasil

“A Filha Perdida”


“A Filha Perdida”
Com base no livro homônimo de Elena Ferrante, o original da Netflix traz um olhar sensível sobre maternidade, liberdade e culpa (foto: divulgação)

Uma das grandes apostas da Netflix para o Oscar de 2022, “A Filha Perdida” foi lançado em dezembro do ano passado e, por mais que tenha recebido ótimas críticas e até algumas indicações para a premiação, não conseguiu vencer nenhuma categoria. Mesmo assim, o drama psicológico de Maggie Gyllenhaal – em sua estreia como diretora – deu o que falar ao trazer reflexões sobre a maternidade e a culpa de querer viver independentemente, temas que ainda são tabus na sociedade atual, que hiper romantiza o papel da mãe e acaba dando pouca atenção para os aspectos mais invasivos e negativos que afetam a vida das mulheres.

Sendo assim, o filme conta a história de Leda (Olivia Colman), uma mulher de 48 anos que é professora de inglês e mãe de duas filhas. Porém, as meninas não vivem com a protagonista, uma vez que ela saiu de casa – e nunca mais voltou – quando as crianças eram pequenas por se sentir completamente esgotada devido a série de sacrifícios que teve que fazer enquanto mãe e a falta de cooperação de seu parceiro. Assim, o filme começa com as filhas morando com o pai no Canadá e a mãe indo passar as férias em uma cidade costeira na Grécia.

Nesse lugar paradisíaco, Leda encontra uma família que a faz lembrar muito da sua própria, vendo na figura materna (interpretada por Dakota Johnson) muitas de suas próprias frustrações. Por conta disso, diversas memórias vão aflorando, o que faz com que a protagonista seja obrigada a confrontar o seu passado e as suas escolhas. Ao mesmo tempo, a diretora leva o espectador em um mergulho profundo no mundo interno da protagonista, discutindo a diferença entre solidez e solitude, além de questionar, de forma sensível, os motivos pela qual Leda se sente tão livre quando está sozinha.

 


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