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O zum-zum-zum da política e o ti-ti-ti dos políticos


CPI Chapecoense


Publicado 13/07/2022 17:45


Presidida pelo senador e pré-candidato a governador Jorginho Mello (PL), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Chapecoense encerrou os trabalhos na segunda-feira, em Brasília, com acordo de indenização de US$ 25 milhões para as 71 famílias das vítimas do acidente.

30 milhões

O aumento no valor do fundo humanitário foi selado por Jorginho Mello na semana passada, quando foi até Londres com recursos próprios e reuniu-se com a seguradora Tokio Marine. Segundo o senador, o valor do fundo humanitário pode aumentar para US$ 30 milhões se 100% das famílias aceitarem o acordo.

Elogiaram

Neste caso, o processo contra a seguradora deve ser retirado. As famílias têm 30 dias para responder se aceitam ou não. A atuação do presidente Jorginho Mello no comando da CPI foi elogiada pelo relator, o senador Izalci Lucas, e o senador e também pré-candidato a governador, o turco-careca Esperidião Amin (Progressistas).

Louvável

“Viajar para Londres com recursos próprios e viabilizar este acordo com a Tokio foi louvável. Mostra todo o respeito que o senador Jorginho Mello tem pelo povo catarinense”, elogiou Amin. O senador Jorginho Mello destacou o papel da CPI como fundamental para pressionar as seguradoras.

Acalenta

“Claro que não é o acordo ideal. Mas a CPI cumpriu sua missão principal de viabilizar um valor importante para o fundo humanitário. “Nada irá trazer esses guerreiros de volta. Mas é uma notícia que acalenta um pouco o coração das famílias. Por isso fiz questão de ir a Londres e buscar este acordo. Essa demora era inadmissível”, frisou Jorginho.

Foto (Divulgação) 

 


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