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Mais vivos do que mortos...


Publicado 28/11/2021 10:11

O pau tá pegando na Mariscolândia por conta das funerárias. Tudo porque, em 2018, fizeram uma lei considerando que, a cada 25 mil habitantes, a cidade poderia ter uma funerária. Ou seja, Penha hoje, com 34 mil habitantes, tem direito a ter uma concessionária. As empresas funerárias, contudo, operam de forma irregular e o ministério Público se manifestou pra acabar com a bagunça. Tá certo.

Não foi

Só pode ter duas funerárias a partir de 50 mil habitantes. Sendo que a concessionária de serviços funerários tem que atender pessoas carentes, comprovadamente. Em 2020, o prefeito Aquiles da Costa (MDB) tentou fazer um processo de concessão. Funerárias entraram com medidas judiciais e o processo de concessão não foi pra frente.

Caso sério

O que se sabe é que existem rumores medonhos de que servidores estariam recebendo comissões pra favorecer, supostamente, funerárias no sentido da liberação de corpos. Há quem diga que o coitado estava recebendo uma massagem cardíaca e a funerária já estaria na porta doida pra carregar o corpo... Cosadiloco!

Emergencial

O município teria aberto um processo administrativo pra apurar essas denúncias cabulosas. E, frente à atual situação, o prefeito Aquiles da Costa (MDB) resolveu fazer um decreto pra contratar, emergencialmente, funerárias por seis meses pra fazer o necessário trabalho com as pessoas que falecem na cidade.

Compromisso

E, isso, com o compromisso de respeitarem a lei que obriga a concessionária a atender pessoas carentes que não têm como promover um enterro digno. As funerárias da Penha não participaram, aparentemente, por não concordarem com a referida obrigação. Quem ganhou o direito no decreto emergencial foi uma funerária de Navegantes.

Brecou

Interessante que o vereador Adriano de Souza, o Tibeco (PSDB), saiu em defesa de uma funerária de Penha, querendo saber isso e mais aquilo e a dona justa de Piçarras brecou, através de uma liminar, o decreto de contratação emergencial. A licitação pra uma nova concessão vai acontecer. E, com isso, qualquer funerária da Penha pode participar.

Não pode

Outra coisa, também, é que existe uma tabela de preços a ser cumprida. Se a funerária quiser vender um caixão de ouro é outra história, mas não pode, a seu bel prazer, explorar os vivos por conta de seus entes queridos que se foram.

Atiçou

Com isso, o vereador Tibeco ficou atiçado em criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), com o intuito de investigar o decreto do alcaide por, supostamente, crime de responsabilidade fiscal. O que não é o caso. Essa história vai ter novos capítulos, pelo que se comenta nos bastidores, medonhos e infelizes. Não respeitam nem os mortos.

Do bolso

Interessante que tem excelência excelentíssima na Mariscolândia que, quando morre alguém, consegue fazer todo o trâmite do enterro de boa. Será que puxa pelo bolso ou sei lá, pergunta o Pai Atanásio, abismado com essa história toda na terra do marisco. Credo em cruz!

Imagem ilustrativa (Meme do caixão)

 


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