Publicado 21/06/2017 18:30
Não que eu vá fazer preleção contra o capitalismo, que isso não tem mais lugar, nem nunca teve, mas a venda da Portonave para empresa estrangeira mostra apenas que a fragilidade política e econômica do país, que se arrasta de crise em crise, impossibilita que os grandes investimentos nacionais sobrevivam às incertezas. O nosso negócio O complexo portuário de Itajaí, no qual a Portonave se destaca, se formou graças a grande investimento político e da sociedade civil organizada da região, que culminou com a municipalização do Porto e a parceria pública privada que permitiu a sua modernização e crescimento. Isso no final do século passado, começo deste. O lema era o porto é nosso. Grana alta Fora que tem aqui, também, muito investimento federal para dragagem, para reforma de berço e etc. e tal. Centenas de milhões que possibilitaram as condições para que a Portonave seja a potência que é, e que agora vai ser administrada por gringos. O que é bom para os gringos. Mas a pergunta é: é bom para nós? Ou por outra: o porto é nosso? Só espero que o bambambã por aqui, continue sendo o Osmari de Castilho que contribuiu e, muito para a efetivação da Portonave. Foto (Divulgação)
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