Os contos de fada começam sempre com a indeterminação de tempo [Era uma vez...] num local fantasioso [...num lugar muito distante]. Em 2015 a Lei 13.165 passou a proibir a doação de pessoa jurídica para financiamento de campanhas eleitorais. Em 2017 foi criado o Fundo Eleitoral para financiamento público de campanha, que juntamente com o Fundo Partidário [1995] sustenta o sistema eleitoral e partidário nacional. Dinheiro público sob comando de congressistas que são os candidatos que usarão estes mesmos recursos: raposas a cuidar das galinhas!
Os recursos são de caráter público e administrados de forma privada pelos presidentes-donos dos Partidos Políticos e endereçados aos candidatos que procuram se reeleger. Sistema perigoso ao juntar poder político e dinheiro público. Podem fazer o que quiserem com o dinheiro que vem de impostos. O Estado Brasileiro engole quase seis meses de trabalho de cada um de nós em impostos e nos devolve, talvez, quatro a cinco semanas: o tempo da política e o tempo da vida de trabalho. Há educação pública, e nossos resultados educacionais, estatisticamente, vivem rastejando nas linhas mais baixas dos gráficos internacionais. Há saúde pública, que se entrega a tentar resolver problemas de doenças e nem disfarça a solidão da saúde preventiva. Medicina de espírito saudável cuida de saúde como prioridade e trata de doença quando precisa. A pavimentação das cidades também vem de impostos. De resto, tudo é pago: sistema sanitário [terceirizado, caro e ineficiente na maioria dos casos]; segurança pública carregada nas costas de mínimos múltiplos incomuns de policiais; BRs e vias estaduais com pedágios...
Agora, tudo recomeça com o acréscimo do ano eleitoral e a “festa da democracia – dia do voto”. Muda o ano, mas não o tempo. A Democracia, em qualquer país de instituições maduras tem custo, mas não custa caro. Não é o nosso caso. Nossos representantes congressuais têm os braços abertos que servem para abraçarem-se a si mesmos, em apego infinito ao poder político e dinheiro público colocados no mesmo baú; o Governo Federal não apresenta plano de sociedade, de futuro, política que possa substituir as coisas do presente em idealização das coisas no futuro; a concentração de poder no STF deforma as regras de cobrança de pênaltis. Por tantas e inequívocas deficiências morais e éticas, democráticas e republicanas, mostram e demonstram afastamento da vida social das pessoas comuns e apego ao baú do poder e do dinheiro. É o relato mais preciso dos requintes de devassidão e dissolução de representação.
É a Economia – sempre tão longe dos resultados políticos, visto que estamos sempre entre as maiores economias e os piores resultados educacionais – que sustenta tudo isso. O trabalho seu e meu de ...
Os recursos são de caráter público e administrados de forma privada pelos presidentes-donos dos Partidos Políticos e endereçados aos candidatos que procuram se reeleger. Sistema perigoso ao juntar poder político e dinheiro público. Podem fazer o que quiserem com o dinheiro que vem de impostos. O Estado Brasileiro engole quase seis meses de trabalho de cada um de nós em impostos e nos devolve, talvez, quatro a cinco semanas: o tempo da política e o tempo da vida de trabalho. Há educação pública, e nossos resultados educacionais, estatisticamente, vivem rastejando nas linhas mais baixas dos gráficos internacionais. Há saúde pública, que se entrega a tentar resolver problemas de doenças e nem disfarça a solidão da saúde preventiva. Medicina de espírito saudável cuida de saúde como prioridade e trata de doença quando precisa. A pavimentação das cidades também vem de impostos. De resto, tudo é pago: sistema sanitário [terceirizado, caro e ineficiente na maioria dos casos]; segurança pública carregada nas costas de mínimos múltiplos incomuns de policiais; BRs e vias estaduais com pedágios...
Agora, tudo recomeça com o acréscimo do ano eleitoral e a “festa da democracia – dia do voto”. Muda o ano, mas não o tempo. A Democracia, em qualquer país de instituições maduras tem custo, mas não custa caro. Não é o nosso caso. Nossos representantes congressuais têm os braços abertos que servem para abraçarem-se a si mesmos, em apego infinito ao poder político e dinheiro público colocados no mesmo baú; o Governo Federal não apresenta plano de sociedade, de futuro, política que possa substituir as coisas do presente em idealização das coisas no futuro; a concentração de poder no STF deforma as regras de cobrança de pênaltis. Por tantas e inequívocas deficiências morais e éticas, democráticas e republicanas, mostram e demonstram afastamento da vida social das pessoas comuns e apego ao baú do poder e do dinheiro. É o relato mais preciso dos requintes de devassidão e dissolução de representação.
É a Economia – sempre tão longe dos resultados políticos, visto que estamos sempre entre as maiores economias e os piores resultados educacionais – que sustenta tudo isso. O trabalho seu e meu de todos os dias [com férias que podem ser vendidas, na contramão dos políticos e juízes com 60 dias, mais recessos e pontos facultativos, auxílios de toda a natureza] que engorda a porca que já não anda. O vício e seu requinte! Criam e recriam impostos, taxas, contribuições num emaranhado difícil de ser elucidado pelo mais renomado Prêmio Nobel de Economia.
São quase seis meses de trabalho para sustentar o Estado [Governos e Congressistas e Sistema Judiciário]. Então, não se demore! Levanta-te! Corre! Prepara-te para trabalhar. Sua dignidade está ali, no mercado, onde você gera respeito e reconhecimento! Vamos logo! Rápido, levanta-te! Prepara-te para gerar riquezas e repassar metade em impostos para sustentar os vícios da política, os viciados no poder político com todos os seus requintes. Um novo ano começou, com as mesmas marcas do tempo!