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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Falta de capacidade


Falta de capacidade
(FOTO: DIVULGAÇÃO/CNMD )

“Quem avisa, amigo é”, diz um velho ditado. E não foi por falta de aviso de que o Marcílio Dias precisava reforçar o seu setor ofensivo para o Campeonato Catarinense, deficiência que era nítida já na Copa Santa Catarina do ano passado. A diretoria errou nas contratações (João Carlos nem estreou ainda, Modesto perdeu gols incríveis), demorou para buscar outras opções e o resultado está em campo. Mais uma vez o Marcílio Dias amassou o adversário, criou inúmeras chances, mas não teve capacidade para botar a bola pra dentro. Desta vez foi contra o fraco Concórdia, o time mais limitado que me lembro de ter visto vestir a camisa do Galo. Mesmo assim, a equipe do oeste veio a Itajaí neste domingo com a única proposta de empatar, e conseguiu. O adversário teve seus méritos defensivos, em especial o goleiro Villa em noite muito inspirada, mas pelo investimento que o Marcílio faz não poderia ter tantas dificuldades para vencer a partida. Aliás, o mesmo cabe para o jogo contra o Caravaggio, em que outra vez o Marcílio empilhou chances, mas finalizou mal. Contra o Santa Catarina, em Rio do Sul, em jogo aberto e franco, o Marinheiro mais uma vez desperdiçou oportunidades e a falha do goleiro Erivelton custou pelo menos um empate. Depois de tanta cobrança de torcida e imprensa, o Marcílio foi atrás de um camisa 9 de ofício. Foi buscá-lo no futebol do Ceará, mas ele ficou no banco domingo. Luan Viana entrou apenas no segundo tempo, depois do titular, Poffo, ter desperdiçado pelo menos duas chances claras. Entendo que o jogador chegou no dia anterior e estava mais cansado que os demais, mas em uma situação de emergência tinha que ter jogado até onde aguentasse fisicamente. Se Luan convertesse alguma das chances que apareceram no primeiro tempo, poderia ir para o banco descansar.

Sinal de alerta

A sequência ruim acendeu um sinal de alerta no Gigantão. O Marcílio, que tem como meta principal no Catarinense a vaga na Série D de 2026, agora olha preocupado pra baixo. Colado na zona de rebaixamento, o Marinheiro entra na parte mais difícil da sua tabela, com jogos com JEC, Avaí e Criciúma fora de casa, e recebendo Barra e Figueirense. O nível baixo dos concorrentes faz com que o Marcílio ainda esteja numa posição que lhe classificaria para a Série D, mas se não vencer adversários mais fortes do que Concórdia e Caravaggio, o Marinheiro pode amargar até uma queda para a segunda divisão. Ainda há tempo para buscar a classificação para as quartas, mas o Marinheiro perdeu a chance de fazer uma “boa gordura” e agora terá que jogar no seu limite, sem margem para mais erros.

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Sinal de alerta

A sequência ruim acendeu um sinal de alerta no Gigantão. O Marcílio, que tem como meta principal no Catarinense a vaga na Série D de 2026, agora olha preocupado pra baixo. Colado na zona de rebaixamento, o Marinheiro entra na parte mais difícil da sua tabela, com jogos com JEC, Avaí e Criciúma fora de casa, e recebendo Barra e Figueirense. O nível baixo dos concorrentes faz com que o Marcílio ainda esteja numa posição que lhe classificaria para a Série D, mas se não vencer adversários mais fortes do que Concórdia e Caravaggio, o Marinheiro pode amargar até uma queda para a segunda divisão. Ainda há tempo para buscar a classificação para as quartas, mas o Marinheiro perdeu a chance de fazer uma “boa gordura” e agora terá que jogar no seu limite, sem margem para mais erros.


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