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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Os problemas do Marinheiro


Os problemas do Marinheiro

O Marcílio Dias foi derrotado pelo São Luiz-RS, em Ijuí, no último domingo, por 1 a 0, e está cada vez mais distante de brigar pela classificação na série D do Brasileiro. E o problema não é apenas matemático. Além de estar cinco pontos atrás do Aimoré, primeira equipe dentro do G4, o Marinheiro tem problemas dentro de campo que são cada vez mais difíceis de resolver. A ineficiência ofensiva do Marinheiro tem ficado cada vez mais evidente, principalmente pela falta de jogadores suficientes para dar opção ao técnico Pingo. Mais uma vez sem Tito e com Padu de centroavante, o Marinheiro conseguiu finalizar uma vez ao gol adversário durante 90 minutos. O São Luiz também não fez um grande jogo, e o resultado mais justo seria o empate, mas o time gaúcho, ao menos, conseguiu acertar o alvo uma vez. E a culpa não é só do camisa 9 marcilista, que está fazendo uma função que não é a sua de origem. Faltam jogadores para armar as jogadas. Douglas Packer, aos 35 anos, não pode jogar tão aberto pela esquerda, e jogou porque não tinha outro jogador pra posição. O jovem meia Rafael, emprestado da Chape, não conseguiu repetir as boas atuações anteriores, o que é normal pela sua inexperiência no futebol profissional. Jean Dias é outro que, pela idade e a sequência de jogos, também não consegue mais manter o ritmo. Ou seja, com apenas João Carlos como opção no banco, Pingo ficou sem ter o que fazer para reverter o resultado. Era um jogo decisivo para o Marinheiro, a derrota não poderia ter acontecido em hipótese alguma, e agora o Marcílio ficou na obrigação de vencer pelo menos quatro dos seis jogos que restam nessa série D.

Reforços urgentes

Os problemas não param só na linha ofensiva. Pingo tem os dois volantes, Moisés e Julinho, suspensos com três cartões amarelos. Eles são desfalque contra o Caxias, no próximo domingo, às 15h, no Gigantão. O Marcílio deve apresentar mais um volante nessa semana, já que tem apenas Dener para substituir os titulares na posição. Se o novo jogador não chegar em condições, possivelmente Léo Rigo será improvisado. Mas só mais um volante não resolve o problema. O Marinheiro contratou mais um centroavante e um atacante para jogar pela ponta esquerda. São jogadores que chegam para enfrentar o Caxias. Os reforços são importantes, mas não são suficientes. Sabemos de todas as dificuldades que o Marcílio têm para contratar no quesito financeiro, mas é preciso tomar um rumo. Para se tornar competitivo no futebol, é preciso ter um elenco que dê ao técnico a opção de mexer três ou quatro peças ao longo do jogo. A partida contra o Caxias é a última chance do Marinheiro. Se vencer, segue vivo na série D, e terá confrontos contra os dois catarinenses, que estão muito mal no Brasileiro, para tentar se reaproximar do G4. Se não vencer o Caxias, a saída vai ser iniciar uma preparação para a Copa Santa Catarina, que começa em agosto, aproveitando os jogos que restam na competição nacional.


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