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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Retrato do clube


O Marcílio Dias desta série D do Brasileiro é um retrato, dentro do campo, do atual momento do clube fora dele. Tem suas qualidades, não falta esforço, mas falta um algo mais. Falta investimento. O Marinheiro joga até onde suas pernas aguentam, mas depois de um determinado momento do jogo, acaba o gás. No sábado, no empate em 1 a 1 contra o São Luiz-RS, em casa, o Marinheiro jogou até onde deu pra jogar. No primeiro tempo, criou pelo menos três chances claras de gol, mas sem Tito e com Padu de centroavante, faltou finalizar melhor. No segundo tempo, o Marcílio cansou e o técnico Pingo ficou sem opção. Mesmo com jogadores como Jean Dias e Douglas Packer visivelmente cansados, ele teve que optar por deixá-los em campo, até porque os dois atacantes que tinha no banco, João Carlos e Guilherme, entraram no lugar de Moisés e Padu. Restou, então, zagueiros e volante, e não havia necessidade de usá-los. O placar poderia ter sido pior não fosse Victor Hugo, um dos nomes do jogo, que salvou o Marinheiro dos contra-ataques do São Luiz na etapa final. O time gaúcho, retrancado em boa parte do jogo, tirou do banco jogadores que quase lhe deram a vitória, enquanto o Marcílio, sem forças, valorizou a posse de bola para não perder a partida. O Marcílio fora de campo, hoje é esse. Continua organizado, mas não tem mais forças, nem gás, para buscar algo mais. Nos últimos cinco anos a diretoria do Marinheiro vem fazendo um grande trabalho administrativo, pagando dívidas e organizando a sua estrutura, recuperando o patrimônio que estava sucateado ou na mão de terceiros, muitas vezes bancando o clube, mas no futebol o Marcílio de 2022 tem dificuldades de ser competitivo. Não tem dinheiro para contratar, e não está conseguindo mais buscar esses recursos. Em todas as sete partidas desta série D, percebemos que com um pouco mais de investimento, três ou quatro jogadores diferenciados para serem titulares, o Marcílio estaria melhor colocado, dentro do G4 e brigaria pelo acesso à série C no mata-mata. Mas esses jogadores não chegam, e o Marinheiro vai deixando escapar pontos aqui e ali, dentro e fora de casa.

Próxima batalha

O Marinheiro fecha o turno quatro pontos abaixo do G4, que tem o Aimoré, com 12, em quarto lugar. Mesmo assim ainda há esperanças. O Marcílio tem quatro jogos em casa no returno, sendo que nas últimas quatro rodadas, faz três partidas em Itajaí. Mais do que isso, recebe justamente o Aimoré na última rodada. Porém, precisa chegar vivo até lá. E essa sobrevivência no campeonato passa justamente pela próxima batalha. Com a tabela espelhada, o Marinheiro visita o São Luiz, em Ijuí-RS, no domingo, às 15h30. A vitória seria o ideal, mas com as atuais dificuldades do elenco, um empate fora de casa faz com que o Marcílio não deixe o São Luiz-RS, que está um ponto à frente, abrir vantagem.

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O Marinheiro fecha o turno quatro pontos abaixo do G4, que tem o Aimoré, com 12, em quarto lugar. Mesmo assim ainda há esperanças. O Marcílio tem quatro jogos em casa no returno, sendo que nas últimas quatro rodadas, faz três partidas em Itajaí. Mais do que isso, recebe justamente o Aimoré na última rodada. Porém, precisa chegar vivo até lá. E essa sobrevivência no campeonato passa justamente pela próxima batalha. Com a tabela espelhada, o Marinheiro visita o São Luiz, em Ijuí-RS, no domingo, às 15h30. A vitória seria o ideal, mas com as atuais dificuldades do elenco, um empate fora de casa faz com que o Marcílio não deixe o São Luiz-RS, que está um ponto à frente, abrir vantagem.


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