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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Tonet fora do Marinheiro


Tonet fora do Marinheiro

A notícia que agitou os bastidores do Marcílio Dias neste segunda-feira foi a saída do treinador Fernando Tonet do comando técnico do Marinheiro. A decisão foi tomada após o empate em 1 a 1 com o Cascavel, em Itajaí, pela segunda rodada do Brasileiro da série D. Tonet deixa o Marinheiro com um aproveitamento baixo, de apenas 37%, com quatro vitórias, cinco empates e seis derrotas. A filosofia de jogo do técnico, de buscar sempre o ataque, acabou sendo traída pelas deficiências no setor defensivo, que fizeram com que o Marcílio Dias não alcançasse o seu objetivo no Catarinense, que era a vaga na série D de 2023, e que também começasse o Brasileiro sem mostrar muita evolução. Durante cinco meses no clube, Tonet não conseguiu organizar o setor defensivo, pelo contrário, vimos o Marcílio Dias em curva descendente no estadual. É claro que a responsabilidade pelo insucesso não é exclusiva do treinador, o elenco fraco e as limitações financeiras do Marinheiro também prejudicaram, mas nos números e na organização da equipe em campo, é nítido que o trabalho de Tonet deixou a desejar no clube. Talvez com peças de mais qualidade na defesa, a filosofia ofensiva do treinador fosse melhor aproveitada, mas com a limitação técnica dos defensores, era necessário que o próprio técnico revisse seus conceitos.

Erro de planejamento

A saída de Tonet tenta dar um rumo para o Marinheiro ainda na série D do Brasileiro. São apenas duas rodadas disputadas e ainda restam 12, ou seja, há muito campeonato pela frente e o Marcílio Dias tem totais condições de buscar uma classificação e seguir buscando o acesso para a série C. O grande erro de planejamento da diretoria rubro-anil foi ter mantido Tonet para o Brasileiro. Desde o término do Catarinense eu frisava que o treinador não conseguiu organizar o setor defensivo da equipe e que isso precisava ser revisto pelo clube. Nada foi feito e logo no primeiro jogo, o Marinheiro perdeu por 3 a 2 para o Aimoré, em um jogo que era para ter voltado do Rio Grande do Sul com, pelo menos, um ponto. Além disso, o treinador também foi prejudicado pela falta de peças na preparação para o Brasileiro. Faltando 15 dias para a estreia, o Marinheiro tinha cerca de 15 jogadores à disposição, e passadas duas rodadas, o Marcílio tem apenas dois goleiros, o que é inadmissível para um clube profissional. Agora um novo técnico deve chegar nesta semana, enquanto jogadores ainda estão chegando ou se adaptando ao clube. O nome de Pingo é um dos cotados, mas não há nada confirmado.

Julinho fica

Outra notícia de bastidores do Marinheiro que surgiu ontem é a permanência do volante Julinho. O jogador negociava sua transferência para o futebol asiático, mas trâmites burocráticos impediram a sua saída rumo ao país estrangeiro. Boa opção técnica para o Marcílio Dias, que sentiu falta do jogador nas duas primeiras rodadas. Lamentavelmente, o atleta prejudicou o clube ao não participar dos jogos, mesmo tendo contrato vigente com o Marcílio.


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