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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Pés no chão


Pés no chão

A diretoria do Marcílio Dias não deve cometer nenhuma ‘loucura’ e comprometer o orçamento do clube para a disputa da série D do Brasileiro. Essa é a palavra dos dirigentes nas últimas entrevistas concedidas, mesmo com o grande risco de não se alcançar o acesso para a série C e o clube ficar sem calendário nacional para 2023. O Marcílio Dias segue vivendo uma realidade financeira difícil e, embora esse não seja o único motivo pelo qual o clube montou um elenco que deixou a desejar no campeonato Catarinense, é uma situação que precisa ser levada em consideração para o restante da temporada. O Marcílio ainda precisa montar seu elenco e preparar um time para a estreia no dia 17, já que o grupo de jogadores que ficou do Catarinense, além de reduzido, tem um nível técnico abaixo da exigência do Brasileiro. O Marinheiro conseguiu manter jogadores importantes, como Victor Guilherme e Julinho, mas perdeu o seu artilheiro Zé Vitor, que foi para o Vasco. O departamento de futebol está no mercado em busca de jogadores, mas, com o término dos estaduais, no último final de semana, os principais nomes, que poderiam servir ao Marinheiro, só vão fechar negócio com um time de série D se não houver uma boa proposta de séries B, C e até A. Os times catarinenses são um exemplo: muitos jogadores que se destacaram em clubes, como Camboriú e Concórdia, semifinalistas neste ano, se encaixariam nos elencos de Chapecoense, Brusque, Criciúma, Figueirense e do próprio Avaí, que está na elite nacional, mas fez uma campanha pífia no Catarinense. Não à toa que Zé Vitor, vice-artilheiro do estadual com nove gols, vai disputar a série B nacional por um clube gigante como o Vasco. Aliás, a camisa 9 e a zaga são problemas que o Marinheiro precisa resolver com maior urgência. O Marcílio não tem, hoje, nenhum zagueiro em condições de ser titular absoluto na série D, muito menos um atacante matador. A chegada de Jean Dias, já anunciado, e a possível chegada de Padu, meia-atacante que passou pelo Aimoré no ano passado e estava no XV de Piracicaba, já ajudam Fernando Tonet no ataque, mas ainda faltam mais peças para o setor.

Título justo

O Brusque mereceu o título de campeão Catarinense deste ano. Fez a melhor campanha durante toda a primeira fase, com um elenco forte e bem comandado por Waguinho Dias, com participação importante também do auxiliar Carlos Alberto Teco. O título estadual do Brusque vem sendo construído há alguns anos, com investimento e também competência para fazer futebol. Diante de um adversário forte, o Camboriú também fez uma grande final, não sendo derrotado pelo Brusque em nenhum dos dois jogos, e deixando o estádio Augusto Bauer apreensivo até o apito final do árbitro. Grande campanha da Cambura, comandada pelo técnico Luan Carlos, que, agora, enfrentará o Marcílio Dias na série D como treinador do Caxias.


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