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Psicologia ao seu alcance


Por Flavio Melo Ribeiro

Término de namoro por mensagem

Este é o último artigo da série “Relacionamento Amoroso On-line”. Os demais você leu no DIARINHO no último mês e também encontra no blog viveratividadesempsicologia.blogspot.com. Já vimos como o relacionamento amoroso na era digital se iniciou, desenvolveu, entrou em crise e, às vezes, o ciclo finda e ocorre o rompimento. Este artigo aborda o término realizado por mensagem, seus lados negativo e positivo.

O bom senso precisa prevalecer na escolha da maneira de terminar um relacionamento amoroso. Está em jogo a libertação do sentimento que os unia e poder abrir-se a novas oportunidades. Caso o término gere raiva, você ficará preso ao outro, pois quando se tem raiva de algo ou alguém, então, em vez de se libertar, vai se enredar ao outro. Mesmo as pessoas que tomaram a iniciativa de terminar ficam presas aos outros. E isso é mais comum do que parece.

Quando não há briga nem desentendimentos, mas uma pessoa deixou de amar e, por esse motivo, quer terminar, a presença é fundamental. Demonstra respeito pelo outro e a si próprio. Às vezes, porém, quem está “levando o fora” não aceita facilmente o fim, então o término por mensagem, como um último recurso, é positivo e deixa claro o que este não quis entender.

É também positivo para quem recebeu o fora, pois é comum querer se enganar, tentando salvar o relacionamento, achando que o outro terminou num momento ruim, que não tinha refletido suficiente, que ainda resta alguma esperança. Quando existe a mensagem, ela pode ser lida e relida. E, por mais dolorido que seja, estará escrito o que realmente o outro disse: não gosto mais de você. Então, releia até entender que findou e vá organizar sua vida sem o outro.

Quando a única iniciativa de término foi por mensagem, ela pode ser vista como cruel. A avaliação que se faz é que a outra pessoa não teve coragem de ver o sofrimento de quem ela se relacionou e não teve consideração pelo outro. 


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