Publicado 07/09/2017 14:01
Nos bastidores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que começa a ser formada entre esta e a próxima semana já causa constrangimentos, antes mesmo de iniciar. Balde O vereador Fabrício Marinho (PPS) que se ouriçou por ter formado um bloco parlamentar, justamente por conta da CPI para buscar uma participação maior proporcionalmente acabou tomando um balde de água fria com a proposta mais democrática do presidente da piramidal, vereador Paulinho Amândio (PDT). PMDB na saia justa Segundo as contas do presidente Paulinho Amândio, a divisão proporcional da CPI da FMEL deveria ser 1 membro do BAP, 1 do PP, 1 do PSDB, 1 do PDT e 1 sairia da indicação do PR e do PMDB. Bonzinho fora da CPI O vereador Bonzinho, Edson Lapa (PR) disse em entrevista, ontem à rádio Difusora que não participará da CPI da FMEL, da qual foi o proponente e, lutou pela sua implementação. Imparcial Lapa falou aos radialistas sobre seu desejo de uma CPI imparcial, e apontou como causa a sua relação partidária com o superintendente da Fundação de Esportes, Fábio Rezes, o Fabinho, ex-presidente do PR. Bancada do Lapa O pastor/vereador levou consigo outros 13 vereadores, tendo somando 14 assinaturas na CPI da FMEL. É a maior bancada da piramidal, dizem. Do jeito que reuniu situação e oposição, o vereador Bonzinho seria um excelente líder do governo. Será que aceitaria a bucha? Declinou Como Lapa declinou e a vereadora fessora Dulce Visceral (PR) não pode participar por ser da Mesa Diretora, sobra uma vaga pro PMDB. Justamente Vanderlei Dalmolin e Thiago Morastoni que não assinaram a CPI. Terão coerência em não participar? Amplitude A discussão ainda ferve no alcance da CPI da FMEL. Por conta do conteúdo exclusivo ao dossiê recebido por todos os vereadores, muitos questionam se a CPI vai fechar os olhos para o que não está no dossiê, mas pode ser declarado por testemunhas que serão ouvidas, relacionados a outros fatos. Oh, dor! Tempo A questão do conteúdo da CPI, também cria uma porrada de dúvidas se relacionados com a ou as gestões anteriores da Fundação Municipal de Esportes e Lazer. Recuou Por conta disso e de especulações pouco claras ainda, Fabrício Marinho teria recuado em colocar seu nome a disposição para a participação, já que as investigações podem atingir a sua gestão no governo anterior quando foi superintendente da FMEL. Foto (Divulgação)
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