Publicado 08/05/2026 08:37
Figura com pseudoinfluência no governo do barbudinho Volnei Morastoni (MDB) e que fez força para permanecer na gestão atual, além de tentar emplacar a esposa novamente em um cargo estratégico ligado ao planejamento urbano, estaria doido para protagonizar uma nova operação Dupla Face, igual àquela ocorrida em Itajaí no final do governo do ex-homem dos galináceos, Jandir Bellini (PP).
Criando dificuldades...
Mesmo sem conseguir um lugar na sombra no governo do prefeito Robison Coelho (PL), a eminência parda de si mesmo deu um jeito de arrumar uma vaga no Conselho da Cidade, como representante de uma entidade profissional. Depois de conseguir a cadeira, o jeito que o abobado deu para continuar tendo um micropoder qualquer foi o de criar dificuldades em projetos submetidos à aprovação do órgão.
... e vendendo facilidades?
Ainda não se sabe, ao certo, o preço das facilidades que a figura estaria querendo vender para destravar os projetos que contam com ampla maioria dentro do Conselho. Há quem garanta que ele reivindica um cargo para si dentro de alguma autarquia do governo e o cargo da sua cara-metade de volta. Para quem não se alembra bem, a prática de criar dificuldades para vender facilidades foi o mote da operação Dupla Face.
Seriedade e celeridade
A aprovação do novo Plano Diretor, a criação e composição do novo Conselho da Cidade e a posse do novo governo, até onde se sabe comprometido com o desenvolvimento da city, não deixam margens para que figuras se criem e cacifem na base de arranjos e jeitinhos. Questionar projetos é legítimo e saudável, mas atentar contra a seriedade e a celeridade necessária, em prol de interesses pessoais, é criminoso.
Cortar na raiz
Fica o alerta para o prefeito Robison Coelho (PL), e todo o seu alto escalão, para que não deixem que práticas nocivas ao processo republicano e democrático na análise das matérias submetidas ao Conselho da Cidade ganhem corpo. O governo tem uma grande representação dentro do órgão e totais condições de levar a coisa extremamente a sério. Se der brecha e não cortar o mal pela raiz, a coisa desanda.
Calvário
Que fique claro: não sou favorável que um órgão como o Conselho da Cidade aprove tudo a toque de caixa e sem filtro. Pelo contrário, tudo precisa estar fundamentado, dentro da lei e, principalmente, em consonância com as vontades do povão. O que não pode acontecer é que projeto A ou B passe por um calvário só porque alguém dentro do Conselho acha que o mundo gira em torno dos seus interesses. Pronto, falei!
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