Publicado 18/02/2026 09:29
Alterado 18/02/2026 11:38
O Tribunalão de Contas bateu na porta da prefa da Dubai city, e não foi pra tomar café. Deu 95 dias pra arrumar a bagunça nas contratações e nos pagamentos. Traduzindo: a gestão da prefeitona Juliana Pavan (PSD) finge que tá controlando, mas deixou a folha correr solta e agora o TCE quer saber quem tava no volante e quem fingiu que não viu.
Folha virou território sem dono
O Tribunal identificou falhas em contratações, pagamentos e horas extras que cresceram sem freio. A pergunta que fica no ar é básica: ninguém viu ou ninguém quis ver? Porque folha pública não explode sozinha, sempre tem um responsável sentado na cadeira principal.
Hora extra virou política pública informal
Horas extras viraram rotina institucional, não exceção. O TCE mandou limitar e ainda exigiu rastreador em carro oficial. Em outras palavras: querem confirmar se o serviço aconteceu ou se o contribuinte tava bancando passeio com dinheiro público. Assim não phode!
Adicional pago no escuro
O Tribunal também mandou suspender pagamentos de insalubridade e periculosidade sem base técnica atualizada. Ou seja, tem gente que pode ter recebido adicional sem estar exposto a risco nenhum, só ao conforto do contracheque.
Hospital Ruth Cardoso e Guarda no olho do furacão
O Hospital Ruth Cardoso e a Guarda Municipal entraram na mira. Dois setores estratégicos, duas folhas pesadas e uma responsabilidade que sobe direto pro gabinete da prefeita. Porque no fim, não é o servidor que assina o comando da máquina é quem governa.
Desculpa
Pro Ruth já até imagino que a desculpa deva estar pronta. Vai dizer que foi entregue pro estado e agora o problema é do governador Little Jorginho Mello (PL). Ai qui dor!
Banco de horas pra tapar o rombo
O TCE quer implantar banco de horas pra parar de transformar hora extra em complemento salarial permanente. Medida básica, mas que parece não ter sido prioridade até o Tribunal mandar.
O prazo tá correndo e o CPF é pessoal
A prefeita Juliana Pavan agora tem 95 dias pra mostrar que manda na própria gestão. O problema é que, quando o Tribunal de Contas entra em campo, não existe “foi sem querer”. Existe responsável. E o responsável sempre começa por quem ocupa a cadeira mais alta.
Tem mais coisa
Dizem os línguas frouxas que tem mais coisa pro Tribunalão dar uma olhada, como as comissões que foram criadas na Emasa, até para quem envasa copinho de água e as 3 Jaris, uma delas criadas para o alocar o sumido Maraschin, que recebia salário do gabinete do deputado estadual mais sorridente do sul do mundo, o Sapatinho, ops, Carlos Humberto (PL), e agora recebe um salário de mais de 9 mil na Jari. TCE vai mostrar que a prefeitura não é a casa da “Mãe Juliana”, ops, da Mãe Joana."
Foto (Divulgação)
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