Casos e ocasos
Por Rosan da Rocha - rrocharrosan@gmail.com
Rosan da Rocha é catarinense, manezinho, deísta, advogado, professor e promotor de Justiça aposentado. Sem preconceitos, é amante da natureza e segue aprendendo e conhecendo melhor o ser humano
Proibir cotas é retroceder: o equívoco jurídico e social da nova lei catarinense
Após o governador sancionar a lei que proíbe a adoção de cotas nas universidades e instituições catarinenses que recebem recursos do Estado, Santa Catarina voltou a figurar no cenário nacional como um estado conservador, retrógrado e, ainda pior, associado a uma postura que flerta com o racismo institucional.
Poucos temas provocam debates tão intensos no Brasil quanto as políticas de cotas. Para uns, representam um avanço civilizatório e a correção de desigualdades históricas; para outros, uma violação do princípio da igualdade e a criação de privilégios. O fato é que as cotas deixaram de ser apenas uma opção política e hoje constituem uma realidade jurídica consolidada no país.
Não basta que a Constituição Federal afirme que “todos são iguais perante a lei”. É necessário que o Estado promova ações concretas para reduzir desigualdades sociais e combater discriminações. Para tanto, impõe-se tratar desigualmente os desiguais, a fim de alcançar a verdadeira justiça social — a chamada igualdade material.
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