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Por que os sinos dobram


Na Terra do Nunca, Sininho era uma fada boa que combatia o capitão Gancho e seus piratas malvados. Transportada para o País do Nunca adquiriu vícios que os psicanalistas, costumam identificar como problema de ordem patológica irreversível. O primeiro problema que Sininho e os dóceis amiguinhos tiveram que enfrentar (por conta da patologia) foi com o vocabulário. Passaram a utilizar, aleatoriamente, palavras de ordem óbvias e chulas. Você teria coragem de sair gritando por aí que a geometria é geométrica? Ou que a perpendicularidade tem a ver com tudo que é perpendicular? Faz parte da estética, né Sininho? Blem, blem!

Das palavras de ordem, desandaram para o vandalismo, sob o manto protetor dos piratas do País do Nunca. Juízes, promotores e delegados deveriam zelar pela ordem. No País do Nunca, fazem exatamente o contrário, financiando a baderna e participando dela. O ministro da Justiça, que deveria intervir, não o faz. Os Black Bocós e Sininho, obviamente, vieram para pôr fim e deslegitimar uma manifestação popular pacífica e apartidária. O beneficiado, claro, é o PT do ministro. Milhares de ¨capitalistas¨ (!!?) que protestavam, pacificamente, foram postos pra correr por Sininho e seu bando. Caetano Veloso, o Black Bocó assumido, disse que ¨faz parte¨. Sim, claro. Pra que ética, quando dispomos da estética? Os socialistas do metro quadrado de areia mais cara do País do Nunca amam Freixo, que ama Sininho, a cineasta que nunca produziu um filme, mas já conseguiu queimar o dela. Blem; blem!

Os miseráveis de Victor Hugo viviam por uma causa. Os Black Bocós de Sininho; Freixo e socialistas do metro quadrado de areia mais caro do País do Nunca, matam por uma. Noves fora; Santiago Andrade.

Fala sério: você teria coragem de levar Sininho pra sua casa? Os socialistas do metro quadrado de areia mais caro do País do Nunca, sim. Blem; blem!

*O autor é jornalista


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