Publicado 02/08/2019 08:31
Responsável pelo novo projeto de criação do Parque Estadual da Praia de Taquarinhas, na Dubai brasileira, e que continua em tramitação na leleia desde março último, o deputado verdolengo Ivan Naatz (PV) considerou estranha a rapidez com que a Caixa Econômica Federal está promovendo o segundo o leilão de seis lotes daquela área de preservação ambiental. Em andamento A área pode ser vendida na sexta-feira. Conforme já foi alardeado amplamente, os terrenos pertenciam a uma construtora paranaense, e foram dados como garantia de um empréstimo à Caixa que tenta um novo leilão, agora com lance mínimo de R$ 87 milhões já que não houve interessados na primeira tentativa de venda no dia 12 de julho, por R$ 230 milhões. Quietinhos “É estranho. Parece que aproveitaram este período de recesso parlamentar. Não houve comunicação prévia nem aos parlamentares federais de Santa Catarina que estavam tentando uma suspensão via direção da Caixa, em Brasília e nem mesmo oficialmente a prefeitura de Balneário Camboriú, que já decretou o local como de necessidade social e também tem projeto para criação de um parque ambiental”, comentou Naatz. Doação O parlamentar bocudo reconhece a dificuldade em nova suspensão em função do curto prazo, mas disse que vai continuar tentando viabilizar o projeto insistindo também na doação da área para o estado que poderia viabilizar o parque, já que haverá ou deveria haver restrições severas naquela Área de Preservação Permanente, em fase de elaboração e plano de manejo. Instrumento “Por ser um banco oficial a Caixa também é um instrumento de políticas públicas e tem funções socioambientais, o que deveria ser considerado neste caso, por seus dirigentes “, completa. Governo deveria investir Ivan Naatz já conversou neste sentido, após a notícia, com o senador Esperidião Amin (PP) e com o deputado federal Carlos Chiodini (MDB), além do senador Jorginho Mello (PL) para apoiar a iniciativa, já que eles também vinham tentando conversar com a Superintendência da Caixa desde a marcação do primeiro leilão. Defende Mesmo seu projeto na Alesc tendo parecer contrário do órgãos ambientais e fazendários do governo do Estado, por iniciativa do relator o deputado governista Coronel Mocelin (PSL) junto a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) Ivan Naatz defende a continuidade da tramitação. Investimento E, que os custos para criação oficial do parque sejam vistos não pela ótica não da despesa, mas do investimento em turismo de preservação ambiental e ecológico, o que vai acabar gerando arrecadação futura para o estado e o município com visitação. “Infelizmente, parece que o interesse econômico e a especulação imobiliária mais um vez estão tendo prioridade neste caso”, lamentou o parlamentar. Foto (Divulgação)
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