Publicado 01/08/2019 08:30
No dia 20 de março deste ano, o prefeito pop star Fabricio Oliveira (PSB, por enquanto), teve a ‘palavra do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, de que os seis terrenos colocados à venda na Praia de Taquarinhas, de que o banco não venderia os imóveis. O encontro teve como testemunhas, os senadores. Esperidião Amin (PP) e Dario Berger (MDB), na capital Brasólia. Não foi mantida Acontece que a palavra não foi mantida e no mês de julho os terrenos já foram a leilão pela bagatela de 232 milhões de reais, mais não houve interessados. Nesta semana, a Caixa realiza novo leilão da Praia de Taquarinhas, no valor de 89 milhões. Entoncê O leilão já foi anunciado e deve acontecer com a possibilidade de lances pela internet, na sexta-feira, em Floripa. O que faz um investidor em uma área que custa mais de 230 milhões de reais e ainda por cima, está cheia de restrições ambientais e insegurança jurídica, tornando o negócio de alto risco, assumir a propriedade, nem que seja pelo menor valor, de 89 milhões? Preservada O mais certo seria manter a área pública e preservada com atrações sustentáveis, na única praia ainda 100% preservada na Santa e Bela. Não faltou político de plantão pra tentar brecar o leilão, o vereador André Meirinho (PP), foi o primeiro a solicitar em indicação para o Prefeito Fabricio Oliveira fazer um parque público no local. Caixa descumpriu O alcaide chegou a acenar de forma positiva ao pedido, mas a Caixa não cumpriu com a sua parte ou alguém deixou o "acordo" de lado. Nos bastidores do poder Catarinenses, o Deputado verdolengo Ivan Naatz (PV), já está tentando que o leilão não se concretize. Naatz postou domingo em sua rede social sobre o fato. Ir pra cima É importante também que os senadores e deputados federais catarinenses, também interfiram, digo, se posicionem sobre esta questão. O próprio turco-careca Amin, encantado com a ideia de manter preservada a única Praia agreste do Estado, chegou a dar o seu aval, digo, a sua palavra, de que o imóvel não seria leiloado. Torrar tudo É preciso também o empenho da sociedade unida, a ONG IDEIA que fez história ao lançar pioneiramente a semente da preservação ecológica da praia de Taquarinhas, hoje parece que não tem o mesmo gás, digo, entusiasmo. Somados, os seis terrenos tem 597 mil metros quadrados. Tomam mais de 90% de toda a extensão da orla da praia. A Caixa pretendia vendê-los por R$ 231 milhões. Tomados Os imóveis foram tomados de uma das empresas do grupo Thá, que os comprou há cerca de cinco anos com a intenção de construir por lá um mega resort. A construção foi proibida pela justiça, a construtora não pagou os empréstimos e a área foi tomada pelo banco. Foto (Divulgação)
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