Publicado 07/05/2019 12:14
A coluna há alguns anos comentou sobre a problemática da “venda das contas” dos servidores públicos da prefa peixeira. Ao longo das décadas os barnabés escolhiam o banco que queriam ter o salário e, os descontos. Em, 2005, o prefeito barbudinho Volnei Morastoni e, seu então, primeiro ministro, o estrangeiro João Krein, entenderam que podiam vender a exclusividade da folha para o Bradesco. Patrocínio Isso foi feito através de um convênio na época de R$ 7 milhões, hoje os valores atualizados, seriam de R$ 70 milhões. E, foi solenemente ignorado que os descontos consignados em folha é um direito opcional do trabalhador e não do empregador. Quando o ex-homem dos galináceos, Jandir Bellini (PP), retornou de 2009 a 2012, gostou da brincadeira e, reformulou a “licitação” pra R$ 9.150.000,00. Briga Os servidores sempre chiaram e, em 2011, ainda na época de 12 vereadores, foi aprovada uma lei pra acabar com essa bagunça. O problema é que o governo VM, resolveu mexer no vespeiro, mudando o nome para “patrocínio”, e pior alterou o Decreto de 2011. E, ninguém sabe o valor da brincadeira. O que os barnabés espumam é que aparentemente se trabalha para que os empréstimos consignados permaneçam no Bradesco. Decreto Um decreto nesse sentido da prefa peixeira, mantendo as contas dos barnabés no poderoso banco Bradesco, pode ter encaminhamentos judiciais. Existe uma lei que trata dessa questão e, o que anda acontecendo é que segundo os perdigueiros da coluna existiria um direcionando (sério?) aos servidores à terem conta corrente no referido banco. Consignado Resumindo tudo sobre a Lei do Consignado (Aliás, essa frase aparece logo no início de todas as leis seja federal, estadual ou municipal): "Está autorizado os descontos facultativos em folha salarial com Autorização expressa do empregado... sendo esta irretratável e irrevogável". Num phode! Portanto, a Autorização de desconto em folha não pode ser dada pelo empregador, como acontece em Itajaí, do jeito que estão fazendo agora, obrigando o servidor a sair na hora do trabalho e pegar fila no Recursos Humanos da prefa para buscar a autorização... Direcionados? Essas bocas de caçapa lascam ainda que são direcionados pelos funcionários do RH a irem para o Bradesco (monopólio?). Embora, para driblar a lei do monopólio, existe algum ou convênio com outros bancos mas, esses, nada produzem porque são apenas usados para enganar a todos na hora de um aperto... Credo! Cofre estourando Os perdigueiros contam que o Bradesco com esta nova política já concentra mais de 80% dos empréstimos consignados e pior - tudo vinculado na conta correte, cheio de taxas e outros produtos ofertados pela instituição bancária, quando na verdade deveria ser conta salário. Pode isso, Arnaldo? Outro grande erro, assopram: servidores públicos, agora trabalhando para bancos dentro do Recursos Humanos? Quando param para fazer contas e mais contas dentro do sistema da folga salarial. E ainda direcionam em qual banco fazer o empréstimo... Apenas... Enfim, ao empregador segundo a lei do consignado cabe apenas ceder o código de desconto em folha - para recepcionar na folha os valores a ser debitado na mesma - e credenciar os Consignatários sem exclusividade. Trabalhador As contas dos 30% + 5% e outras margens se tiver, o consignatário deve saber fazer com a folha e a autorização do trabalhador em mãos ou fornecido pelo trabalhador. E não pelo empregador. Situações Além dessa história toda, os bocudos dizem que é possível invadir o sistema da folha para bisbilhotar tudo a respeito dos colegas que vão no balcão... Seus ganhos, despesas, plano de carreira, processos administrativos, as faltas, extras... As provas, concurso, plano de carreira, etc... Enfim, invasão de privacidade! O que é proibido pela lei do sigilo, marco regulatório, proteção de dados. Imagem ilustrativa
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Publicado 23/03/2026 19:48