Publicado 12/04/2019 09:06
Um resumo da avaliação geral nos bastidores da Alesc, entre parlamentares, lideranças políticas e comunicadores que frequentam a Casa, sobre os 100 dias do governador Carlos Moisés, da a entender que o mandatário parece estar “pegando no tranco “, na tentativa de conciliar a atividade executiva com o relacionamento político e com a imprensa. Mais leve e solto A dedução foi em torno da entrevista coletiva que o governador concedeu na terça-feira ultima na sede da Defesa Civil, em Floripa, previamente agendada. Prova disso, que o primeiro tema da fala de Carlos Moises, que esteve mais leve e descontraído, foi uma menção respeitosa à imprensa, afirmando que os jornalistas são fundamentais para o processo democrático. Não concorda Talvez, numa alusão de que não concorda com polêmicas como a levantada pela deputada estadual do seu partido, o PSL, Ana Campagnolo, no caso do uso das diárias da leleia para lançamento do seu livro em diversas cidades do estado. Experiência pública No mais, o governador se fixou em ressaltar as medidas de economia e de enxugamento da maquina estatal, além de ressaltar que um dos seus primeiros objetivos é fazer um “governo honesto”. Neste sentido, a avaliação geral é que é considerado ético e equilibrado, mas ainda sem experiência na administração e na vida pública do estado. Ou seja, o governador precisará ainda de muito mais tempo para mostrar a que veio. A conferir. Cabidão da SC Parcerias Na Alesc atenções passam a se concentrar agora na análise e eventuais emendas ao projeto de lei complementar da Reforma Administrativa do governo Carlos Moises que começou a tramitar oficialmente nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e já com relatores definidos também nas demais comissões da Alesc. Emenda supressiva O deputado Ivan Naatz (PV) se antecipou e já apresentou emenda supressiva em que pede a extinção da Santa Catarina Participações e Parcerias S.A. (SCPar). Apesar de extinguir outros órgãos, o projeto do governador manteve no projeto essa empresa de economia mista controlada pelo governo. Nenhum Para Naatz, a empresa “não promoveu nenhum de seus objetivos” desde que foi criada, há 16 anos, e “consome uma folha salarial exorbitante, no importe aproximado de R$ 4,2 milhões ao mês. Consta que a empresa de fomento mantém ainda cinco diretores, todos nomeados no inicio da atual gestão governamental”. Foto (Divulgação)
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Publicado 23/03/2026 19:48