Publicado 17/01/2019 11:31
[caption id="attachment_3743" align="alignnone" width="840"]<img src="http://diarinho.com.br/blogdojc/wp-content/uploads/sites/4/2019/01/Battisti.jpg" alt="" width="840" height="560" class="size-full wp-image-3743" Terminou a novela da extradição e prisão do ativista político (na verdade um assassino), o italiano Cesare Battisti, preso na Bolívia e deportado para a Itália onde foi condenado à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas. De boa Battisti viveu 10 anos no Brasil, aonde chegou a ter refúgio político concedido pelo Ministro da Justiça da época, Tarso Genro, situação defendida pelo então presidente Lula que encerrava seu segundo mandato, em dezembro de 2010. DEM foi contra Quando foi concedido o refúgio político a Battisti, em 2009, o partido Democratas (DEM) entrou com requerimento dirigido a Lula pedindo revisão do ato argumentando que a Corte Europeia dos Direitos Humanos não reconhecia como crimes políticos os delitos de Battisti. O episódio teve repercussão por aqui. Reclame catarinense O DEM aprovou também moção de protesto do deputado Paulinho Bornhausen contra a decisão do governo brasileiro no caso Battisti, à época. Bornhausen argumentava o temor de entidades ligadas à agroindústria catarinense que temiam perda de contratos com italianos em represália à decisão governamental. Previsão que se confirmou. Prejuízo no bolso A repercussão do refúgio político a Battisti cancelou missão italiana em Santa & Bela Catarina que viria negociar compra de carne suína e de novilhos vivos, um negócio de cerca de R$ 90 milhões que nunca foi concretizado. Típico caso, segundo Bornhausen, em que uma decisão diplomática afetou o mundo do emprego. E em época de crise. Fica o registro. Foto (Divulgação)
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Publicado 23/03/2026 19:48