Por Mara Graf - maragraf@gmail.com
Mara Graf é pedagoga de formação, terapeuta de profissão e escritora de coração. Criadora do blog Papo Terapêutico, compartilha reflexões sobre bem-estar e autoconhecimento no cotidiano
Publicado 15/05/2026 08:25
A escuridão costuma ser associada ao medo, ao desconhecido, ao vazio. No entanto, nela existe uma beleza discreta, um brilho que só se revela quando nos permitimos enxergar além da ausência de luz. Os olhos aprendem a buscar nuances que o excesso de claridade oculta.
É no silêncio da noite que os pensamentos se aprofundam, e no espaço discreto as estrelas se tornam visíveis. Sem essa presença, não haveria mistério, nem encanto. A alma encontra refúgio, e nesse intervalo somos convidados a olhar para dentro, descobrindo que, ao silenciar, a verdadeira luz nasce.
A escuridão não é apenas ausência, mas também possibilidade: nela se abre o caminho para a introspecção, para o encontro com aquilo que nos habita. É nesse contraste que percebemos que a luz interior não depende do mundo externo — ela nos guia, mesmo quando tudo parece apagado.
"Porque é na escuridão que descobrimos que o brilho mais intenso sempre esteve dentro de nós."
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