Nos últimos 10 dias foram 180 relatos de avistamentos de ovnis no interior de Piçarras
Juvan Neto [editores@diarinho.com.br]
Luiz Pestes Júnior, ufólogo, admite que melhores condições técnicas do vídeo favoreceriam o laudo (Foto: reprodução)
Um novo registro de objeto voador não identificador (Ovni) em Balneário Piçarras traz à tona o tema dos discos voadores num momento em que novos avistamentos do fenômeno acontecem na região e também em várias partes do mundo. Diferente de outros registros, desta vez o fenômeno não foi gravado no litoral, mas no interior.
Continua depois da publicidade
O vídeo foi registrado a princípio, no dia 11 de novembro, e revelado ao DIARINHO nesta semana. A autora das imagens, Ariene Lopes, é educadora infantil e ligada ao fenômeno de aparições ...
Já tem cadastro? Clique aqui
Quer ler notícias de graça no DIARINHO? Faça seu cadastro e tenha 10 acessos mensais
Ou assine o DIARINHO agora e tenha acesso ilimitado!
Faça login com o seu e-mail do Google:
OU
Se você já tem um login e senha, por favor insira abaixo:
O vídeo foi registrado a princípio, no dia 11 de novembro, e revelado ao DIARINHO nesta semana. A autora das imagens, Ariene Lopes, é educadora infantil e ligada ao fenômeno de aparições destes objetos. A filmagem foi feita no interior de Balneário Piçarras – ela não especifica o bairro, mas aponta que as luzes são coloridas, diferenciadas e “dançam” no ar em diversas direções.
Continua depois da publicidade
“Se alguém conseguir provar que é alguma tecnologia humana (que produziu as luzes), revejo minhas conclusões. Mas que não estamos sozinhos nesse planeta, disso eu tenho certeza”, pontua, em sua rede social, prometendo vigílias ufológicas na região em 2025.
Ariane Lopes filmou os objetos, mas não especificou onde fenômeno ocorreu (Foto: arquivo pessoal)
O DIARINHO encaminhou o vídeo ao pesquisador Luiz Prestes Júnior, um dos maiores estudiosos do fenômeno no sul do Brasil, e vinculado ao Grupo de Pesquisas Ufológicas de Santa Catarina, o GPU. Prestes atestou que se trata de um objeto não identificado, mas ponderou que a qualidade do vídeo impede uma análise técnica mais detalhada.
Continua depois da publicidade
“A qualidade não é boa, já passou por edições de imagem; o ideal seria o vídeo original. Como houve compressão para postagem e comentários em áudio, já é considerado como uma edição, e nosso laudo então não pode ser 100%”, analisa.
Prestes, contudo, não identifica a existência de cauda, asa, luzes de navegação (leds verdes, vermelhos e brancos), comuns em aeronaves; também não há características de drones (leds piscando ou fitas led colocadas em drones). O pesquisador descartou ser um avião, helicóptero, meteoro ou drone, ou ainda reflexos de estações espaciais.
Embora não haja a posição exata e a data que foi filmado – a princípio seria dia 11 de novembro, as condições do objeto não condizem com satélite, que tem luz branca. “Não se sabe se é a pessoa que movimenta a câmera ou é movimento do objeto na filmagem. Mesmo assim é um ovni, mas o vídeo original permitiria análise com dados de localização”, reforça.
Balneário Piçarras e Barra Velha no foco
Luiz Prestes também faz uma revelação impressionante: desde setembro, no litoral norte, aumentou o número de avistamentos de discos ou esferas voadoras não identificadas. “Só nos últimos 10 dias houve 180 relatos enviados ao GPU, desde Balneário Piçarras até Guaratuba, no Paraná. E neste final de semana, recebemos 50 relatos com fotos e vídeos”, observa.
“São em geral objetos discoides, esféricos ou circulares. Podemos considerar que o sul do Brasil passa por nova onda ufológica, mas recebemos ainda relatos do sul e do oeste catarinense”, relaciona o ufólogo.
“A região de Barra Velha e Balneário Piçarras é área de forte incidência do fenômeno. Em Penha, Navegantes, Itajaí, praticamente não há relatos, segundo Luiz, mas Balneário Camboriú, Porto Belo e Bombinhas também possuem registros”. Na divisa com Paraná com Santa Catarina, há forte incidência também”, conclui.
Barra Velha, em praias como as do Grant, Cerro e Itajuba, também há registros de objetos não identificados, pelo menos desde o início dos anos 90.
Dando seu ok, você está de acordo com a nossa Política de Privacidade e com o uso dos cookies que nos permitem melhorar nossos serviços e recomendar conteúdos do seu interesse.