Publicado 21/09/2018 15:53
Para o bem ou para o mal, a eleição presidencial deste ano pode ser decidida graças a uma facada. As primeiras pesquisas, se alguém se alembra, mostravam que as falas polêmicas do candidato Jair Bolsonaro (PSL) no começo da campanha eleitoral estavam se refletindo no aumento da rejeição a ele e na estagnação de sua candidatura. A facada que recebeu mudou o quadro. Datafolha de ontem Pesquisa do DataFolha divulgada ontem, mostra que o candidato do PSL ganhou mais dois pontos em relação à última pesquisa, saltando para 28, Haddad cresceu herdando os votos de Lula e já aparece em segundo com 16, tecnicamente empatado com Ciro, que tem 13% das intenções de voto. Alckmin estagnou nos 9%, Marina caiu pra 7%, e os outros, como naquela música do Leoni, os outros são os outros e só. O que vem por aí Resta saber se Haddad herda mais votos de Lula, se Ciro aumenta o ritmo de crescimento (ele cresce nas pesquisas, mas timidamente), se Alckmin consegue se mexer, e se Bolsonaro consolida ainda mais sua posição, coisas que serão ditas pelas próximas pesquisas. Uma coisa parece certa; uma facada pôs Bolsonaro no segundo turno. Resta saber contra quem. Por aqui Quanto à eleição para governador aqui na Santa & Bela Catarina, a verdade é uma só: carece de pesquisa. Pelo menos no que tenho urubservado não se viu pesquisa recente publicada ou divulgada em mídia alguma. O que me chega são pesquisas internas, que não dá para divulgar e nem conjecturar em cima. Então por aqui, ninguém sabe que bicho vai dar. Buligon O fato que chamou atenção esta semana foi à declaração de voto do prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, a Bolsonaro, fato que provocou sua expulsão decretada pelo diretório nacional do seu agora ex-partido, o PSB, da pombinha branca. Desnecessário Porque ele abriu seu voto e se, declarou bolsonarista, não tenho ideia, prefeito não é obrigado a se posicionar abertamente nesses casos, afinal, seja quem for o presidente eleito, melhor ter abertura com todos. Dependem Cada vez mais os municípios dependem de Brasólia para tocar obras, uma vez que o poder central, transferiu para as cidades responsabilidades na educação, saúde e até segurança sem assegurar recursos suficientes para tal. Então, prefeitos têm que ir pra capital federal passar o chapéu. Enfim. Imagem ilustrativa
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Publicado 23/03/2026 19:48